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February 23 O celular não depende de Apple e GoogleFonte: http://info.abril.com.br/professional/tendencias/tudo-e-colaboracao.shtml – by Sandra Carvalho , do Grupo INFO No século 16, o poeta John Donne dizia que nenhum homem é uma ilha. No século 21, qualquer um pode dizer: o celular também não. Estamos todos obcecados com o iPhone, da Apple, e o G1, o primeiro celular com Android, o sistema operacional do Google para a internet móvel. Bem, eu pelo menos estou, e carrego os dois, na bolsa, para todo lado que vou. Mas quem vai realmente moldar o celular do futuro não será a Apple nem o Google. É a turma que desenvolve os aplicativos para celular num esquema de colaboração. São programas que tornam um sistema mais útil, ou mais divertido, ou mais desejado, ou necessário, ou mais interessante, ou o que quer que seja. Não um sistema. E uma empresa sozinha, por mais que caia de amores por sua tecnologia proprietária, não consegue fazer, isolada, o que realizam milhares e milhares de programadores espalhados pelo mundo, dentro ou fora das empresas. O sucesso do iPhone se deve a sua interface revolucionária — ninguém duvida disso. Mas alguém duvida que ele precisa de grandes aplicativos para avançar para o próximo nível? Antes mesmo de a Apple oferecer seu SDK — Software Development Kit — já havia gente programando para o iPhone. E hoje a Apple Store é o barato que é não por aplicativos da própria Apple, mas por contribuições anônimas ou conhecidas de pessoas ou empresas que antes não tinham nada a ver com a marca. IBM, Salesforce e Oracle são apenas alguns dos nomes que surgem em meio a uma multidão. No caso do G1, a força dos aplicativos de terceiros é ainda mais óbvia, porque o Google estimula a colaboração com regras muito mais soltas — e inclusive já delegou para usuários em geral a avaliação dos programas. No Android Market, a sua versão de Apple Store, os aplicativos são qualificados de acordo com as estrelas dadas pelos próprios usuários. O G1 já nasceu embalado pelos entusiastas do software livre — e contar o número de aplicativos ofertados pode virar um hobby. No dia 23 de dezembro, eles eram quase 500. O vigor dos programadores já foi demonstrado no fenômeno Palm, no passado. Ninguém sabe mais disso do que a Nokia, a maior fabricante de celulares do mundo, e a que mais tem a perder neste momento de ruptura. Não por acaso virou sua estratégia do avesso para criar a fundação Symbian, a fim de padronizar o sistema e depois abri-lo como open source — expressão mágica para atrair voluntários por toda parte. Com seu poder de fogo e os milhões de fãs que tem, programadores incluídos, as chances da Nokia de montar uma rede de colaboração poderosa em torno de si são consideráveis. Vai ser uma disputa formidável entre Apple, Google e Nokia. Com a palavra final, o pessoal dos aplicativos. February 18 Handsets e netbooks desafiam MicrosoftFonte: http://tinyurl.com/bcxl2u por Charles Babcock | InformationWeek EUA 16/02/2009 Bill Gates já declarou que fabricante seria peso-leve em mercado de handsets e não consegue dominar o nicho dos netbooks A próxima tendência não será de PCs maiores e com mais recursos, que é o segmento em que a Microsoft sempre se destacou. Atualmente, os laptops superam os desktops. Os futuros dispositivos de computação serão mais leves, menores; algumas vezes, serão conectados; outras vezes, não. Eles acompanham a preferência dos usuários, como acontece com os telefones celulares. O desktop está migrando para os dispositivos móveis. A Microsoft está totalmente consciente desta evolução. Em uma entrevista para a TV, realizada em dezembro último pelo apresentador Charlie Rose, o presidente da companhia, Bill Gates, afirmou que "os telefones móveis são o PC do futuro". E ele chamou a Microsoft de "o peso-leve desse setor". "Este mercado está passando por uma transformação incrível", se afastando do segmento de dispositivos específicos para hardware e indo em direção aos dispositivos de software diferenciados, segundo Gates. "O software estará no centro dessa transformação. Nós continuamos no jogo. A única questão se refere a com que participação de mercado ficaremos?" Em um aspecto, o computador do futuro será o laptop reduzido, conhecido como netbook, com flash drive no lugar do hard drive, conectividade com a Internet e bateria de longa duração. Se o Windows não dominar este design, acabará perdendo sua posição no segmento. Já existem sinais de problemas. O netbook básico da Dell, que custa US$ 349, é executado com o Ubuntu Linux, de fácil utilização pelo consumidor. Os primeiros netbooks tinham a tendência de executar o Linux, mas à medida que eles conquistaram aceitação, em 2008, cada vez mais, os fabricantes passaram a oferecê-los com o Windows, e atualmente o Windows é executado em 70% dos netbooks vendidos. Essa porcentagem pode parecer grande, mas a Microsoft está acostumada a obter participações de mercado superiores a 90% no setor de PCs, e suas margens com os netbooks são menores. Bill Veghte, vice-presidente sênior da Microsoft, falando a respeito de uma conferência sobre tecnologia, realizada na Credit Suisse, em dezembro, admitiu que os netbooks atualmente representam uma inesperada participação de mercado no crescimento de 10% para 12%, que a Microsoft esperava para as vendas de PCs, no ano passado. O retorno de investimentos da Microsoft com a venda de netbooks "é muito menor do que aquele que se pode obter com PCs avançados ou de médio porte", ele comentou, indicando que os netbooks, particularmente aqueles executando o Linux, estavam "canibalizando" o que seriam as vendas regulares de PCs. Jim Zemlin, diretor executivo da Linux Foundation, destaca que até mesmo alguns laptops e netbooks executando o Windows são fornecidos equipados com o Linux, possibilitando inicialização rápida e conectividade com a Internet. Os netbooks são o primeiro novo dispositivo de computação x86 que o Windows não conseguiu dominar completamente desde o surgimento. E a versão do Windows que é executada nos netbooks é o Windows XP, não o Vista: outro sinal da vulnerabilidade do Windows, em termos de recursos básicos. De modo semelhante, a Microsoft está se esforçando para se manter no mercado de dispositivos celulares, com recursos para navegação móvel na Web, apesar de seu enfoque bem direcionado no Windows Mobile. A Microsoft já está se defrontando com dispositivos populares, como o BlackBerry, e o iPhone, da Apple. Uma versão de código-aberto do sistema operacional móvel, denominado Symbian, da Nokia, dominante já há muito tempo em outros continentes, deverá chegar aos Estados Unidos no próximo ano, e a AT&T planeja produzir um telefone celular com base no Symbian. O Android, do Google, que emprega código-aberto e é, essencialmente, uma versão móvel do Linux, já conquistou muitos adeptos. A T-Mobile e as fabricantes Ericsson, Garmin, Lenovo Mobile, Motorola e Samsung, estão "de olho" no sistema. Mesmo que o Android não tenha tudo que essas fabricantes querem, em sua primeira iteração, elas consideram a Google como uma companhia capaz de fornecer aplicativos on-line e de se manter com o potencial de conseguir o SO ideal. O novo dispositivo móvel que está se destacando atualmente, o iPhone, que executa o Mac OS X, já ultrapassou o Windows Mobile com 12,9% de participação no mercado, em comparação com os 11,1% da Microsoft, de acordo com a Gartner. O Android está apenas começando a se aquecer. Até mesmo o Palm, em declínio já durante cinco meses consecutivos, conseguiu captar US$ 100 milhões da Elevation Partners porque seus patrocinadores têm confiança de que o Palm pode competir com o Windows Mobile. Indústria móvel firma acordo por carregador universalFonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=17824&sid=17 A GSMA Association, 17 operadoras e fabricantes de telefonia móvel firmaram nesta terça-feira, 17/02, um compromisso pela implementação de um padrão intersetorial de carregador universal para novos telefones celulares. O objetivo da iniciativa é assegurar que o setor de telefonia celular adote um formato comum para conexões de carregador de celular e para carregadores com consumo eficiente de energia, resultando em uma redução estimada de 50% sobre o consumo de energia em modo stand-by, na eliminação em potencial de até 51 mil toneladas de carregadores duplicados e no aprimoramento da experiência do cliente por meio da simplificação do carregamento de telefones celulares. O grupo definiu que até 2012, uma solução universal de carregamento (UCS, na sigla em inglês) estará disponível mundialmente e usará Micro-USB como a interface de carregamento comum e universal. Os participantes do acordo decidiram ainda que até 1º de janeiro de 2012, a maioria dos modelos novos de telefones celulares funcionará com um conector de carregamento universal. Também ficou acertado que a maior parte dos carregadores atenderá às metas de alta eficiência definidas pela Plataforma Aberta de Terminais Móveis (OMTP, na sigla em inglês), o órgão setorial que desenvolveu as exigências técnicas por trás da UCS. Um carregador universal também tornará a vida muito mais simples para o consumidor, que poderá usar o mesmo carregador para outros aparelhos no futuro, além de poder carregar o seu celular em qualquer lugar com qualquer carregador disponível. Os carregadores UCS terão uma classificação de eficiência de 4 estrelas ou superior, com um consumo de energia até três vezes mais eficiente que um carregador sem classificação. Além disso, com potencialmente 50% menos carregadores sendo fabricados a cada ano, o setor pode prever reduzir em 13,6 a 21,8 milhões de toneladas por ano a emissão de gases de estufa na fabricação e no transporte de carregadores para substituição. Entre as empresas que fazem parte do grupo inicial que se uniu à iniciativa UCS da GSMA estão 3 Group, AT&T, KTF, LG, mobilkom austria, Motorola, Nokia, Orange, Qualcomm, Samsung, Sony Ericsson, Telecom Italia, Telefonica, Telenor, Telstra, T-Mobile e Vodafone. February 12 Confirmed: Microsoft to Launch Windows Mobile application storeFonte: http://gadgetmix.com/index/?p=3477 - by Kamal DS Soon after Samsung’s application store, Microsoft is also planning to launch it’s own software store. But, unlike Samsung, whose software store will also contain software for non-windows mobile devices, Microsoft’s software store will be a dedicated store for Windows Mobile applications. The store will be called “Online Bazaar“.
*bazaar is a hindi word, which means “Market” January 30 As 8 tecnologias móveis de 2009 e 2010Fonte: http://info.abril.com.br/professional/mobilidade/as-8-tecnologias-moveis-de-200.shtml Empresas devem aproveitar widgets, sistemas de localização, internet 3G e decidir qual interface de browser de celular usará em seus negócios. O Gartner Inc. divulgou hoje uma lista de oito tecnologias móveis que as empresas devem colocar em seus radares em 2010. Segundo a empresa de pesquisas de tecnologia, essas tecnologias terão efeito a curto e médio prazo nas estratégias de negócios das companhias, e em suas políticas de acesso à informação.
Detecção de localização – Com a maturidade dos sistemas de localização móvel e a disseminação das redes Wi-Fi, as empresas podem desenvolver mais aplicações contextuais, de detecção de presença e de redes sociais móveis. As empresas serão capazes de localizar clientes e consumidores potenciais em áreas determinadas, e se comunicar diretamente com eles, o que vai gerar novas questões de privacidade e problemas de segurança.
Internet móvel e widgets – As empresas vão descobrir os widgets e os thin clients como meios mais baratos e práticos para distribuir informação a consumidores e funcionários, e os incluirão em suas estratégias de negócios. A dificuldade atual está no fato de não haver padrões universais para browsers em dispositivos móveis. Ainda assim, o custo total de propriedade (TCO) é menor.
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