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    June 24

    Nokia e Intel se unem na produção de aparelhos móveis

    Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/tecnologia/nokia-intel-se-unem-producao-aparelhos-moveis-436821.shtml

    Por Clare Baldwin e Sinead Carew

    SAN FRANCISCO/NOVA YORK (Reuters) - A Intel anunciou uma parceria tecnológica com a Nokia que poderia dar à fabricante de chips a oportunidade que esperava para entrar no mercado de celulares.

    As empresas disseram que irão trabalhar juntas para criar uma nova linha de ferramentas de computação móvel para celulares, mas não deram detalhes sobre quando lançariam os produtos nos mercado ou sobre o tipo de produtos wireless que esperam desenvolver.

    Sob o acordo, anunciado nesta terça-feira, a Intel disse que deve comprar propriedade intelectual da Nokia relacionada à tecnologia wireless de alta velocidade. As duas empresas também disseram que planejam colaborar em projetos de open-source móvel em software da Linux.

    Analistas afirmam que o acordo dá à Intel a oportunidade de competir contra a Qualcomm, fabricante de chips para celulares líder no mercado, e contra a Texas Instruments, uma da principais fornecedoras da Nokia.

    "Pelo menos a Intel já passou pela porta de entrada. É um cliente estratégico e importante", disse o analista da Gartner Jon Erensen, que vê a parceria como uma forma de a Intel entrar no mercado de smartphones.

    Mas isso ainda deve demorar. "Estamos falando de algo em torno de 2011, até conseguirem o poder de consumo e (níveis de) integração necessários para esse tipo de aparelho", afirmou Erensen.

    A Intel, que tem microprocessadores em 8 de cada 10 computadores no mundo, já firmou uma parceria de aparelhos celulares com a LG Electronics. O acordo com a finlandesa Nokia, maior fabricante de celulares do mundo, representa um passo ainda maior, segundo analistas.

    A aliança pode representar uma maior concorrência para a ARM Holdings Plc, que fornece processadores de celular tanto para a Texas Instruments quanto para a Qualcomm.

    A TI e a Qualcomm integram seus chips de base, que conectam aparelhos celulares a redes wireless, com processadores da ARM, que operam o software de sistema do aparelho. A TI e a Qualcomm também fabricam chips para aplicações para operar ferramentas mais avançadas, como vídeo e navegação na Internet.

    A Intel já vende chips para netbooks --notebooks menores, sem muitos acessórios, bons para navegar na Web-- e a Nokia já afirmou que considera a possibilidade de expandir suas operações para além do mercado de telefones e começar a desenvolver netbooks.

    A parceria também pode ajudar a Nokia a competir com o iPhone da Apple e o BlackBerry da Research In Motion, além do Pre da Palm.

    June 12

    Soluções de sincronização móvel são avaliadas

    Fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=58156

    Funambol, Nokia Ovi, Apple MobileMe e Palm Synergy receberam maiores notas

    A Funambol, especialista em sincronismo de mobile cloud, revisou doze soluções de sincronização móvel focando soluções de mobile cloud. Foram avaliados pontos como custos das contas, ferramentas, aparelhos suportados, entre outros. Se você buscando um telefone ou a solução de sincronização para um aparelho que você já possui, as informações desse report podem te ajudar a na hora da decisão.

    É bom notar que não foram avaliadas as soluções de servidores corporativos como BlackBerry Enterprise Server ou o Exchange Server. Microsoft e Research In Motion (RIM) estiveram representadas no estudo, mas com os serviços Microsoft My Phone e BlackBerry Internet Service.

    Pontos chave observados foram custo, número e tipo de aparelhos suportados, tipo de dados sincronizados, se havia ou não um portal disponível para acesso remoto das informações armazenadas em seu aparelho, performance, entre outros. Cada ponto recebeu uma nota entre 1 e 4. A nota mais alta que poderia ser atingida é 40. No quesito preço, por exemplo, receberam nota 4 apenas os serviços que eram gratuitos. Veja como os serviços ficaram posicionados:

    Funambol - 38

    Nokia Ovi - 28

    Apple MobileMe - 27

    Palm Synergy - 27

    MS My Phone - 26

    Vodafone Zyb - 26

    Google Sync - 23

    BlackBerry IS - 21

    Yahoo! Mobile - 21

    AT&T - 19

    T-Mobile - 19

    Verizon - 19

    Você notará que serviços como Google Sync e My Phone ainda estão em pré- lançamento ou estágio beta, então eles podem melhorar até a versão final ou, ainda, perderem posições se tiverem custo associado após encerrar a fase beta.

    A forma com que você olha esses dados depende de onde está vindo, de sua situação atual. Por exemplo, se você tem um iPhone, então o Apple MobileMe é um grande competidor, mesmo com custo de US$ 99 por ano, comparado com a gratuidade de 75% dos serviços citados na pesquisa. No entanto, se você tem um BlackBerry, então não importa o quanto você gosta das funcionalidades MobileMe. O serviço da Apple serve apenas iPhones.

    Apenas Funambol e Yahoo! Mobile trabalham com centenas de aparelhos. O restante é limitado a apenas uma plataforma, como BlackBerry IS (BlackBerry) ou MS My Phone (Windows Mobile), ou ainda para apenas um aparelho, como Palm Synergy com o Pre.

    Competição no mundo dos smartphones se acirra

    Fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=58183

    Novo iPhone está atraindo grande atenção, mas Nokia, HTC, Palm, RIM e Android devem apresentar hits até o final do ano

    Este ano deve acontecer uma batalha no mundo dos smartphones voltados para o público de alto poder aquisitivo e a Apple saiu na frente com o lançamento do iPhone 3GS e o barateamento do modelo atual, o 3G.

    A Nokia também começou a movimentar-se embarcando seu primeiro smartphone touchscreen high-end na última semana. O N97 tem uma tela de 3.5 polegadas, teclado completo, WiFI, 3G, Bluetooth, câmera de 5 megapixels e memória interna de 32 giga. O aparelho, no entanto, deve ter dificuldades para ganhar participação nos Estados Unidos, já que não foi abraçado por nenhuma operadora e é vendido desbloqueado por US$ 700.

    A Palm fez seu grande lançamento no último final de semana com o smartphone Pre, e a operadora Sprint informou que conseguiu quebrar o recorde de vendas em dois dias. Embora Palm e Sprint não tenha divulgado quantos celulares foram vendidos, analistas estimam uma saída de 50 mil unidades.

    O touchscreen Pre tem recebido avaliações positivas de diversas publicações e o seu sistema operacional webOS oferece interface amigável além da possibilidade de compartilhas e agregar contatos de diversos serviços web.

    Ainda não está claro a quantidade de novos clientes que o Pre irá atrair, já que o analista da RBC, Mike Abramsky, estima que 90% das pessoas que compraram o smartphone da Palm no primeiro final de semana já eram clientes Sprint. Além disso, a Verizon Wireless já demonstrou interesse em ter o produto em seu portfólio nos próximos seis meses.

    É desconhecido o impacto do anúncio da Apple nas vendas da Palm, já que o iPhone 3GS ganha do Pre em algumas funcionalidades como a gravação de vídeos. Mas a Apple também terá desafios pela frente, já que os donos do modelo atual 3G não farão upgrade do aparelho tão facilmente. Além disso, o corte de preço que a fabricante fez em sua atual linha de aparelho significa que novos assinantes poderão comprar o iPhone 3G pela metade do preço do Pre.

    O sistema operacional de código aberto Android também deve ter novos handsets até o final do ano. E os modelos HTC Magic e Samsung I7500, que já estão prontos, possuem design que os colocam em par com a concorrência. Além disso, o Google apresentou uma atualização do software que inclui funcionalidades como gravação de vídeo, software para teclado, busca por voz e uploder nativo para YouTube.

    A Research In Motion (RIM), por outro lado, tem ficado relativamente quieta sobre quais serão seus passos nos próximos meses, mas é de conhecimento que a companhia trabalha em uma sequência do seu touchscreen BlackBerry Storm.

    Outra que não está apenas assistindo a movimentação é a Microsoft. A atualização do Windows Mobile e uma loja de aplicativos online são esperadas para o segundo smestre deste ano. A HTC, provavelmente, se antecipará lançando o Touch Pro 2 e o Touch Diamond 2 com a próxima versão do sistema operacional da Microsoft.

    Palm Pre chega às lojas dos Estados Unidos

    Fonte:http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/10188-palm-pre-chega-as-lojas-dos-estados-unidos – by Das Übergeek - ubergeek@geek.com.br

    O chamado iPhone Killer pretende atrair novos usuários de smartphones

    Por Stella Dauer

    O celular mais esperado depois do iPhone chegou neste final de semana às prateleiras dos seus revendedores americanos. Best Buy, Sprint, Radio Shack e Wal-Mart estão agora comercializando o celular que traz consigo a responsabilidade de concorrer com o sucesso da Apple, que teve seu novo lançamento anunciado esta semana na WWDC.

    O Palm Pre vem com uma câmera embutida de 3 megapixels, uma tela multitoque de 3.1 polegadas, 8GB de armazenamento interno, bateria removível, tecnologia 3G e Wi-Fi. Um dos itens mais esperados é a recarga da bateria através da indução eletromagnética, que livra o celular de ser recarregado a partir de um fio e uma tomada, noticiou o site Tech Radar UK.

    O carregador, de nome Touchstone, está sendo vendido à parte desde a semana passada nas mesmas lojas que agora também vendem o Pre. De acordo com Jennifer Walsh Keifer, porta voz da Sprint, as vendas do Palm Pre esgotaram os estoques de várias lojas associadas à operadora, e a empresa está fazendo o possível para repor o produto.

    “Eu queria o iPhone killer deles. Tenho esperado por isso há um tempo”, disse Peter Lewis, que comprou um celular para si e um para a esposa em Chicago, onde 45 pessoas esperavam o abrir das portas pela manhã, noticiou o site IT Pro.

    Jon Rubinstein, da Palm, declarou que o objetivo da empresa não é tomar clientes da RIM, que fabrica o Blackberry e nem da Apple o iPhone, mas incentivar usuários de celulares mais simples a adquirir um modelo mais avançado, um smartphone mais poderoso. “É sempre bom ver tantas pessoas esperando por um produto no qual você trabalhou”, disse Rubinstein, que no passado ajudou a criar o iPod.

    www.geek.com.br

    April 16

    Uma plataforma móvel universal

    Fonte: http://info.abril.com.br/professional/tendencias/uma-plataforma-movel-universal.shtml

    Verizon Wireless pretende reduzir nos próximos anos a quantidade de sistemas operacionais de celulares a que dá apoio, para acelerar a entrega de novas tecnologias aos seus consumidores.

    A operadora, controlada pela Verizon Communications e pelo Vodafone Group, afirmou na quarta-feira (01/04) que se aliou à China Mobile, à Vodafone e ao Softbank com o objetivo de criar uma plataforma única para handsets e facilitar o desenvolvimento de aplicações.

    O CEO da Verizon Wireless, Lowell McAdam, declarou que a companhia não tem a intenção de desprezar sistemas operacionais móveis específicos, mas planeja simplificar o processo de entrega de novos aplicativos aos seus clientes.
    “Já temos umas oito plataformas diferentes disponíveis no mercado. Nos próximos anos nossa é meta é restringir essas opções a três ou quatro apenas”, ele explicou, durante coletiva de imprensa na CTIA Wireless, que acontece nesta semana em Las Vegas.

    Nos próximos meses a Verizon realizará sua primeira conferência para desenvolvedores, o que sugere que a operadora pode se juntar aos fabricantes de celulares na oferta de aplicativos móveis.

    March 07

    Aplicativos para celulares movimentarão US$ 150 bilhões em 2012

    Fonte: http://tinyurl.com/aafh4a – por Felipe Dreher*

    Gartner estima que o mundo terá 7,3 bilhões de dispositivos de networking nos próximos três anos

    O Gartner projeta que US$ 150 bilhões, de um mercado de telecom avaliado em US$ 1,8 trilhão, serão gastos com aplicativos para dispositivos móveis em 2012. Peter Sondergaard, vice-presidente de pesquisa da consultoria, projeta que tal cenário revela uma mudança no foco do setor, com os serviços perdendo participação. A análise foi apresentada na abertura do Alcatel-Lucent Enterprise Forum 2009, quarta-feira (04 de março), em Paris.

    De acordo com o especialista, nos próximos três anos, o mundo terá 7,3 bilhões de dispositivos de networking. Esse volume exigirá das companhias mais agilidade nas capacidades de inovação, além de produtos e serviços mais simples e inteligentes.

    Dentro das projeções, Sondergaard aponta que o mercado deve ficar atento a evoluções que passam por Blooth 3.0, interfaces de usuários, sistemas de localização, 802.11n, web móvel, novos displays e quarta geração.

    Aproveitando a maré

    De olho nas oportunidades apontadas pelo Gartner, os aplicativos para dispositivos móveis entraram de vez no discurso da Alcatel-Lucent. Em 2008, esse tipo de tecnologia respondeu por 10% das receitas da empresa na América Latina. Héctor Sánchez, diretor de vendas da fabricante para a região, revela que a meta para os próximos doze meses é elevar essa fatia a 20% do faturamento local. A oferta mira as verticais de saúde, segurança, transporte e educação.

    Sánchez cita como case a venda de uma aplicação ao Instituto do Câncer, em São Paulo. Em 2008, o hospital adotou uma tecnologia da fabricante que permite aos médicos acompanhar exames com imagem de pacientes por meio de tablets PC WiFi.

    Estreante no setor, Acer quer smartphones grátis já em 2009

    Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/03/06/estreante-no-setor-acer-quer-smartphones-gratis-ja-em-2009

    Fabricante acaba de entrar no mercado de smartphones e pretende negociar com operadoras para diminuir preços para aumentar adoção.

    A Acer quer diminuir o alto preço dos smartphones com negociações que permitam às operadoras oferecerem aparelhos gratuitamente. A fabricante de computadores como o Aspire One pretende lançar dois smartphones dessa forma já em outubro, declarou o líder da divisão de portáteis da companhia, Aymar de Lencquesaing.

    Atualmente, há quatro bilhões de usuários de celulares no planeta, mas apenas 200 milhões deles usam smartphones, afirmou Lencquesaing na quarta-feira (04/03) durante a Cebit 2009, em Hannover, na Alemanha.

    Tornar smartphones disponíveis com preços mais baixos que os praticados hoje é certamente o modo mais fácil de impulsionar a adoção a uma taxa de mais de 15% anuais para os próximos cinco anos.

    Lencquesaing planeja "mexer" com o mercado no qual ele acaba de chegar. Os dois primeiros smartphones da Acer foram apresentados durante o Mobile World Congress (MWC), em fevereiro. Ainda não há previsão de lançamento dos aparelhos da Acer no Brasil.

    O M900, com teclado QWERTY slide, e o F900, com tela sensível ao toque, devem chegar ao mercado já neste mês. Outros dois modelos chegam até o final de abril: o X960, concebido para ser um dispositivo para navegação pessoal, e o DX900, que pode ser usado com dois SIM cards - ou seja, o usuário pode usar duas linhas ao mesmo tempo. Todos eles rodam Windows Mobile 6.1.

    acer_m900_350.jpg
    M900: teclado QWERTY

    Em setembro ou outubro serão lançados outros quatro modelos de smartphones, incluindo os dois que, segundo a Acer, serão oferecidos gratuitamente com subsídio das operadoras. "Há ainda mais surpresas nos bastidores ainda antes do fim de 2009", prometeu De Lencquesaing.

    Receita da Palm fica abaixo do esperado

    Fonte: http://tinyurl.com/afbodp

    Gartner estima que o mundo terá 7,3 bilhões de dispositivos de networking nos próximos três anos

    O Gartner projeta que US$ 150 bilhões, de um mercado de telecom avaliado em US$ 1,8 trilhão, serão gastos com aplicativos para dispositivos móveis em 2012. Peter Sondergaard, vice-presidente de pesquisa da consultoria, projeta que tal cenário revela uma mudança no foco do setor, com os serviços perdendo participação. A análise foi apresentada na abertura do Alcatel-Lucent Enterprise Forum 2009, quarta-feira (04 de março), em Paris.

    De acordo com o especialista, nos próximos três anos, o mundo terá 7,3 bilhões de dispositivos de networking. Esse volume exigirá das companhias mais agilidade nas capacidades de inovação, além de produtos e serviços mais simples e inteligentes.

    Dentro das projeções, Sondergaard aponta que o mercado deve ficar atento a evoluções que passam por Blooth 3.0, interfaces de usuários, sistemas de localização, 802.11n, web móvel, novos displays e quarta geração.

    Aproveitando a maré

    De olho nas oportunidades apontadas pelo Gartner, os aplicativos para dispositivos móveis entraram de vez no discurso da Alcatel-Lucent. Em 2008, esse tipo de tecnologia respondeu por 10% das receitas da empresa na América Latina. Héctor Sánchez, diretor de vendas da fabricante para a região, revela que a meta para os próximos doze meses é elevar essa fatia a 20% do faturamento local. A oferta mira as verticais de saúde, segurança, transporte e educação.

    Sánchez cita como case a venda de uma aplicação ao Instituto do Câncer, em São Paulo. Em 2008, o hospital adotou uma tecnologia da fabricante que permite aos médicos acompanhar exames com imagem de pacientes por meio de tablets PC WiFi.

    March 05

    Smartphones e 3G resistem à crise nos EUA

    Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=17964&sid=17

    Apesar da forte retração na economia norte-americana no quarto trimestre do ano passado, os smartphones, com um brilho especial para o iPhone da Apple, não deixaram de ser procurados pelos consumidores. A expansão da cobertura 3G e a queda dos preços dos dispositivos também foram fatores determinantes para a boa performance.

    Segundo estudo da consultoria NPD Group, os smartphones representaram 23% do total de dispositivos móveis comercializados nos Estados Unidos no quarto trimestre de 2008. Esse volume é quase o dobro do alcançado no mesmo período em 2007, quando eles tiveram uma participação de 12%.

    A forte demanda pelo iPhone 3G, da Apple, ajudou e muito, mas a queda do preço dos terminais inteligentes também foi crucial. O custo de um smartphone, em média no mercado norte-americano está em US$ 167. Outro fator considerado determinante para a boa performance dos smartphones foi a competição das operadoras no mercado 3G.

    A expansão das redes e a compatibilidade dos terminais à tecnologia fizeram com que os usuários buscassem esses dispositivos. Passaram a brigar neste mercado empresas como a AT&T, a T-Mobile, a Sprint e a Verizon. Cada uma com a sua estratégia diferenciada e parcerias, como a da T-Mobile, com o G1, do Google, e a Verizon, com o Blackberry Storm.

    Uma tendência apontada pelo estudo da NPD Group é que fabricantes e varejistas, em função da redução do preço do aparelho, estão apostando na venda de acessórios para aumentar a rentabilidade.

    Segundo o levantamento, a tática está dando resultados. Isso porque 52% dos usuários dos smartphones compraram algum tipo de acessório para complementar o seu serviço móvel.

    March 01

    Microsoft: HTC has made 80% of all Windows Mobile phones

    Fonte: http://www.appleinsider.com/articles/09/02/18/microsoft_htc_has_made_80_of_all_windows_mobile_phones.html – by By Prince McLean

    While playing up the fact that 50 phone makers around the world have licensed the company's Windows Mobile platform, Microsoft inadvertently let it slip out that a full 80% of all Windows Mobile phones ever made have actually come from a single maker: HTC.
    On stage at the Mobile World Congress, Andy Lees, Microsoft's senior vice president of its mobile communications business, stated the company had reached a milestone of 50 million devices sold over the lifetime of the platform, which stretches back into at least 2003 (and perhaps earlier, depending on how the company kept count through several names changes of its smartphone and PDA products built on Windows CE).

    The Windows Mobile partner
    A report by Tricia Duryee for monoNews covering the event stated that HTC CEO Peter Chou then got on stage and announced, "I’m an old veteran of Windows Mobile. We try really hard to make all the visions happen, and we have sold more than 40 million HTC Windows mobile phones around the world.” That leaves a small minority of Windows Mobile devices ever built to originate with the rest of Microsoft's range of licensees.

    HTC, once known as High Tech Computer, is a Taiwanese company that began making phone sets using Microsoft software in 2002. By 2005, it had grown to sales of $2.2 billion, double that of the year before, making it the fastest growing tech company that year according to BusinessWeek.
    In addition to its own HTC branded handsets, the company also acts as an ODM (original design manufacturer), selling its designs under other companies' names. That includes both phone providers such as AT&T, Sprint, T-Mobile, Verizon, Vodafone, and Orange, as well as conventional hardware makers such as Dell, HP, Fujitsu-Siemens, and Sharp.

    Leaving the fold
    The fact that HTC makes the vast majority of phones running Windows Mobile has been glossed over in Microsoft's marketing, which suggests the company has a broad and diverse number of hardware partners dedicated to the platform. In reality, while many makers have shipped a phone running Windows Mobile, most of them have since moved on or have primary interests elsewhere.
    Last year, Samsung debuted its new Omnia and Sony Ericsson unveiled its XPERIA X1, both running Windows Mobile 6.1. At this year's WMC however, Samsung was prominently touting its OmniaHD and Sony Ericsson the Iduo, both of which are now running Symbian instead.

    Just prior to the event, Palm showed off its new Pre, running the company's new, internally designed webOS rather than Windows Mobile, which Palm began using in 2006. When Palm began licensing Windows Mobile in its Treo smartphones, it doubled Microsoft's software market share of US smartphones at Palm's expense. Seeing Palm strike out on its own is not good for Microsoft, but it's also unwelcome news to HTC as well, which actually built the Treo for Palm.

    Even more strikingly, HTC itself joined Google's Open Hardware Alliance as a founding member in 2007 to promote Android, which serves as a free and customizable drop-in replacement for Windows Mobile. It then released the first Android-based phone last fall, the T-Mobile G1. If HTC were happy with Windows Mobile, endorsing and promoting Android is a strange way to express that.

    Stealing the show
    Facing the loss of its primary licensee, Microsoft stepped into overdrive to promote the future of Windows Mobile at this year's WMC. That included announcements with HTC of two new phones which will run Windows Mobile 6.5, due later this year. (According to the company, only phones released during or after WMC will be able to run the new software release; it will not be available to existing users.) HTC was forced to release its next Android phone the second day of the conference under the Vodafone brand; it will be sold exclusively in Europe by that provider.

    Microsoft also spent money courting another Android OHA founder: LG. That company said it wouldn't delay its Android phones planned for release this summer, but also wouldn't be showing them at WMC. Instead, the company promoted its new co-marketing relationship with Microsoft, including a new series of Windows Mobile 6.5 phones. Those new phones won't be ready before LG's Android models, but were all LG could show at WMC given its high profile promotional deal with Microsoft.

    Microsoft also announced SkyMarket, its answer to the iPhone App Store, and My Phone, its alternative to Mobile Me cloud sync and push messaging. The company also presented plans to spark the moribund Windows Mobile business by rechristening its handsets as "Windows Phones" and forcing all licensees to add a Windows Start button to their devices, just as it did on the PC in 1995.

    Microsoft's catch up strategy
    Of course, back in the days of Windows 95, Microsoft was already in a monopoly position on the PC desktop with DOS. In the smartphone world, Microsoft's market share is around 13%, far behind phone giant Nokia, but also slipping behind RIM and even dipping below Apple at the launch of the iPhone 3G. It also faces new competition in the software licensing business from Symbian and Android, both of which are emerging as free, open source alternatives to Windows Mobile.

    When asked by mocoNews, "Why has Apple been able to move the market so rapidly and Microsoft hasn’t?" Microsoft's Lees answered “What Apple was able to do was integrate hardware and software very closely. It benefited from having the first-mover advantage." That phrasing is particularly interesting given that Microsoft, Nokia, Palm, and RIM were all in the smartphone business at least half a decade before Apple "first moved" with the iPhone.

    Lees added, "Our fundamental strategy and our choice is to drive innovation by having different form factors vs. having one phone out at the same time. This approach takes slightly longer to move an industry. You saw it in the early days of the PC, too. The same thing happened where Apple had 35 percent share of all the PCs sold, but they weren’t able to compete over the long-term."

    Apple may have had 35% of the market before the PC arrived back in the early days of the Apple II in the late 70s, but it was Microsoft who had and lost a "first mover" 24% share of the smartphone business in the more recent and relevant history of 2004, and was subsequently "not able to compete over the long-term." Back in 2005, Microsoft also used similar analogies to explain why PlaysForSure would push the iPod out of the way, something that the "choice and innovation drive" related to Windows Media was ultimately unable to do.

    The core of Microsoft's new strategy, as Lees explained: "We moved our organization from being focused on business, and now it’s more focused on the consumer." Further, in what might come as a shock to the company's licensees, and particularly HTC, Lees said "The focus has been on the device and now it’s shifting to the software on the device." And how it will achieve this: "Every phone will have a [physical] button to get to the start menu. People will know they want a Windows Phone for both business and consumer services."

    February 27

    Microsoft: "Understanding Phone Design Decisions"

    Fonte: http://www.smartphonethoughts.com/news/show/92741/microsoft-understanding-phone-design-decisions.html

    "In January, I had an opportunity to hear a presentation by Eric Lin, the Online Community Manager at HTC. Many of the Windows Mobile smartphones on the market today are made by HTC, even if they don't have the HTC name on them, so when it comes to smartphones, HTC is a market leader. The presentation covered several different topics, but the one I found most interesting was the question of how specific hardware design decisions impact the usability of the phone. When you pick up a Windows Mobile smartphone, the shape, size, weight, and feel of it give you an impression about the product - but did you know what kinds of decisions went into the final product you're holding? The answer may surprise you."

    Read Jason's column on tethering? Well, here's another one. It discusses the design decisions that go into the phones you're carrying today - from the size of the screen to the feel of the keyboard and the sound it makes. Who knows? You may learn a thing or two that will help you choose the right phone the next time you're in the market for one.

    February 19

    Toshiba TG01 - Toshiba is back with it’s new 1GHz device!

    Fonte: http://gadgetmix.com/index/?p=3335 – by Kamal DS

    This is for those who thought the Toshiba is dead. True, their last few offering have not able to make a lot of splash in the mobile phone market, but the new Toshiba TG01 promises to break new grounds. With just 9.9mm thickness, a huge 4.1-inch display with a WVGA (800 x 480) resolution and the use of 1GHz Qualcomm Snapdragon processor, it surely promises to give HTC and other handsets like iPhone a good competition.

    Last time, the people were extrememly disappointed with the buggy-software of G900, which was the first WVGA Windows Mobile device. I hope the Toshiba would release a bug-free software for their new big baby, TG01.

    On the software side, it promises flash websites as it claims to use Internet Explorer Mobile 6, which is not officially available for any handsets. Also, even the unofficial vesion of IE mobile 6 is unable to run any flash content nicely. You would barely get 3-5fps on a powerful device like HTC DIAMOND. But, considering the fact that the Toshiba TG01 sports a 1GHz processor, it may be a truly different story. We recently reviewed ASUS P565, which claimed to be world’s fastest PDA-phone. It surely turned out to be world’s fastest Windows Mobile phone. Why? This is due to the Windows Mobile OS. It would be interesting to see, how speedy the 1GHz Snapdragon CPU compared to the 800MHz Marvel PX930, which the ASUS P565 uses.

     

     

    [via engadget]

    February 17

    ´Windows fones´ terão loja e MyPhone

    Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022009/16022009-31.shl

    Por: Daniela Moreira, de INFO Online

    ´Windows fones´ terão loja e MyPhone

    Steve Ballmer vende conceito de ´Windows fones´, em Barcelona

    SÃO PAULO - A Microsoft subiu ao palco do Mobile World Congress para oficializar novidades já esperadas e vender um novo conceito, o de “Windows fones”.

    Steve Ballmer, CEO da Microsoft, apresentou o novo Windows Mobile 6.5, enfatizando a interface amigável ao toque, e oficializou o My Phone, que vai permitir a sincronia de dados do celular com a web.

    A Microsoft também aproveitou o evento para lançar o Windows Marketplace for Mobile, loja de aplicativos para telefones com o novo sistema operacional móvel da empresa.

    Todas as novidades em mobilidade giram em torno da próxima geração de aparelhos rodando Windows Mobile, que a Microsoft agora quer vender como “Windows fones” – em uma jogada para fortalecer sua marca que anda ofuscada por concorrentes de peso, como o iPhone.

    O MyPhone, como já se sabia, está em beta fechado. A Microsoft não detalhou o futuro modelo comercial do serviço, que permitirá fazer backup de agenda, fotos, vídeos e outros arquivos do celular na internet – no mesmo modelo que o MobileMe, da Apple.

    Sobre a loja de aplicativos, a empresa também não detalhou prazos, mas ela só deve estrear junto com os primeiros aparelhos com Windows Mobile 6.5, previstos para chegarem ao mercado no segundo semestre.

    Em sua apresentação, Ballmer destacou um acordo com a LG, que venderá aparelhos com o novo Windows Mobile 6.5 no futuro. Os novos Touch Diamond 2 e Touch Pro 2, da HTC, também poderão ser atualizados para o sistema.

    February 10

    Roadmap 2009 da HTC exposto

    Fonte: http://www.pcdebolso.com/notVer.asp?id=4020

    Por Pedro Ivo Faria

    Entre os diversos fabricantes de terminais móveis há os que se empenham em proteger os seus planos futuro e investem num anúncio surpresa como forma de ganharmomentum, casos da Palm ou da Apple, e depois há outros para quem não há má publicidade.

    Venha a favor ou contra os planos pré-traçados, o que interessa mesmo é que a marca seja divulgada e falada pois no mundo dos negócios não há ‘má publicidade’.

    Este último grupo é encabeçado pela HTC, cujas gamas são frequentemente expostas muitos meses antes de chegarem à fase de protótipo ou de se configurarem como produtos comerciais. E mais uma vez toda a gama prevista para todo o ano é exposta ainda antes do próprio fabricante ter sequer oportunidade de apresentar oficialmente um destes 25 modelos.

    Terminais Android



    A HTC tem pelo menos dois terminais baseados na plataforma Android previstos para este ano. A versão sem teclado e simplificada do T-Mobile G1 dará pelo nome deHTC Hero e poderá estar disponível em diversas cores, enquanto que o Sapphire virá a aparecer como T-Mobile G2 e também conhecerá uma versão Vodafone (em negro) e outra DoCoMo (em branco).

    A versão equipada com um teclado QWERTY também poderá chegar ao mercado ainda durante 2009 e nesta fase dá apenas pelo nome de HTC Memphis.

    Navegadores



    A linha de terminais vocacionados para a navegação por GPS, cujo primeiro membro foi recentemente desvendado – o HTC Iolite (HTC Touch Cruise II) – vai conhecer uma variante destinada ao mercado americano – o HTC Twin - e com um substituto que só deverá aparecer lá para o final do ano. O HTC Magnet marca um corte com o passado em termos de design abandonando o formato simétrico da zona de botões.

     

    Smartphones



    Um dos formatos que mais ajudou a promover os smartphones da HTC está de volta para se afirmar como uma alternativa aos Blackberrys de entrada de gama, ao Nokia E63 ou a outros dispositivos Windows Mobile que serão lançados brevemente em Portugal baseados no mesmo formato.

    O HTC Maple é a versão 3G do ‘defunto’ HTC Excalibur, e o HTC Cedar e o HTC Willow W complementam o lote, parecendo serem o mesmo modelo ou pelo menos uma versão simplificada do primeiro (sem 3G, por exemplo).

    HTC Touch HD Pro



    Uma variante do HTC Touch HD equipada com teclado deverá ser lançada por diversas operadoras em formatos que pouco diferem uns dos outros. Externamente quase idênticos teremos o HTC Rhodium, o HTC Tungsten para a T-Mobile, o Tungsten W para a Sprint, o Rhodium W para a Verizon e o Barium para a AT&T.

    Esta selecção de ‘metais pesados’ estará disponível tanto para a norma europeia de redes 3G como para a homóloga americana.

    Entrada de gama



    O segmento de Bufget Phones poderá contar com dois novos elementos que se demarcam um pouco do design popularizado pelo HTC Touch e que conheceu recentemente duas renovações através dos modelos HTC Touch 3G e HTC Touch Viva.

    Este último já tem sucessor planeado – o HTC Beryl, sendo ainda mais simples no que se refere ao aspecto mas não deixando de ter uma identidade própria reforçada pela palete de cores exteriores disponíveis.

    O HTC Jasper C é uma variante deste último equipada com teclado QWERTY deslizante e com semelhanças com a linha HTC Rhodium.

    HTC Touch Diamond II



    O maior sucesso da actualidade da HTC poderá terminar a sua carreira já em Maio, altura em que completa um ano de vida comercial. Para substituir o HTC Touch Diamond há quatro modelos previstos, em duas variantes que se distinguem essencialmente pelo formato externo e na disposição dos botões frontais.

    Para além da versão específica do HTC Topaz para a AT&T, haverá variantes UMTS/HSDPA (HTC Topaz) e CDMA/EV-DO (HTC Topaz C).

    O quarto terminal, que apresenta apenas ligeiras diferenças relativamente ao anterior, será distribuído em exclusivo pela T-Mobile.

    Terminais multimédia



    Apesar da maioria dos terminais da HTC equipados com o Windows mobile puderem ser já considerados terminais multimédia, falta-lhes aquele factor de especialização que os distinga dos ‘fazem tudo’.

    O HTC Whitestone afasta-se bastante daquilo que a marca chinesa tem feito, indo buscar alguma inspiração a alguns dos modelos mais recentes da Nokia, como seja o suporte integrado que lhe permite ficar numa posição confortável para se assistir a conteúdos vídeo.

    Já o HTC Firestone é nitidamente uma evolução mais radical do Touch Diamond e destaca-se pelas opções estéticas exteriores.

    HTC Athena 2



    O HTC X7500 Advantage estará de volta, pouco modificado exteriormente, mas certamente com umas quantas novidades no seu interior. De regresso está também a solução do teclado QWERTY destacável que adere ao dispositivo em duas posições através de ímanes que caracterizava este modelo.

    Resta reter que a maioria destes dispositivos nunca chegará ao território nacional, em especial as variantes equipadas com o Android, já que muitos deles são específicos de operadoras que não se encontram representadas em Portugal.

    A forte reputação que os terminais da HTC dispõem em Portugal, e o crescimento das soluções alternativas, fazem prever que toda a gama europeia possa vir a ser lançada por cá. As datas de lançamento e eventuais preços ficarão para outra altura.

    Fonte: WM Poweruser, imagens originais (antes de tratamento gráfico): DIYPDA

    February 01

    Dell arma plano para entrar no mercado de smartphones

    Fonte: http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-tecnologia/detail/dell-arma-plano-entrar-mercado-smartphones-wsj-254694.shtml

    LOS ANGELES, Estados Unidos (Reuters) - A Dell está planejando ingressar na arena dos celulares inteligentes já no próximo mês, produzindo e vendendo aparelhos para revitalizar uma operação afetada pela queda nas vendas de PCs. O plano também deixará a companhia em briga mais ferrenha com a Apple, publicou o Wall Street Journal.

    A segunda maior fabricante de computadores pessoais do mundo, que está projetando protótipos há mais de um ano, esta focando em smartphones como os produzidos pela RIM e Apple, afirma o jornal, citando fontes próximas do assunto.

    Se lançados, os celulares serão baseados nos sistemas operacionais Android, do Google, e Windows Mobile. Um dos modelos pode vir equipado com tela sensível a toques, como o iPhone, publicou o jornal.

    Entretanto, a Dell não finalizou seus planos e pode abandoná-los, inclusive.

    Representantes da Dell e da Microsoft não comentaram o assunto e o porta-vozes do Google não estavam disponíveis para falar.

    A empresa de pesquisa IDC espera que os embarques de smartphones cresçam 8,9 por cento em 2009, numa performance melhor que o previsto declínio do mercado celular como um todo no mundo.

    O presidente-executivo da Dell, Michael Dell, que retornou em 2007 para a empresa que fundou, tem explorado novos mercados, mas tentativas anteriores da empresa de se diversificar para novas áreas, incluindo um plano para venda de players de música digital, foram abandonados.

    A Dell contratou Ron Garriques, ex-chefe de celulares da Motorola, para movimentar sua divisão de produtos de consumo. Por causa de uma cláusula de não concorrência, Garriques está barrado de trabalhar com celulares até fevereiro.

    January 31

    Asus descarta crise e passa a fabricar notebooks no Brasil

    Fonte: http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRSPE50R0N820090128

    SÃO PAULO (Reuters) - A empresa de Taiwan Asus, que tornou popular no mundo todo os modelos de notebooks com tela de até 10 polegadas, começou neste mês a distribuir no Brasil os primeiros modelos fabricados localmente. O país é o primeiro fora da Ásia a ter produção local da marca Asus.

    Segundo Marcel Campos, gerente de marketing da Asus no Brasil, "há muito tempo a empresa decidiu que a fabricação era um ponto crucial para entrar no país de forma significativa".

    Para atender essa estratégia, a Asus começou a buscar um parceiro de quem pudesse contratar produção sob encomenda e recentemente fechou negócio com a Visum, de Curitiba (PR).

    A empresa nacional passou a produzir não só os netbooks --termo com o qual são conhecidos os portáteis de tela menor e reduzida gama de recursos--, mas também as placas-mãe de computador, que a Asus já fazia antes de ingressar na linha de portáteis.

    Neste primeiro momento, a Visum produz dois modelos de netbooks e dois de placa-mãe para a Asus, mas a companhia tem planos de ampliar a linha nacionalizada ao longo do ano, segundo John Chen, gerente geral da companhia no Brasil.

    Os equipamentos da marca já eram vendidos no Brasil, via importação, mas como a filial não estava oficialmente estabelecida, a empresa diz não ter números sobre a base instalada de portáteis ou de placas-mãe no país.

    Uma subsidiária foi formalmente criada em agosto passado, que hoje conta com algo como 20 profissionais. "Queremos ser uma empresa brasileira, com pessoal local e produtos feitos para as peculiaridades desse mercado", disse Campos.

    NEGOCIAÇÃO COM TELES

    A companhia asiática também informou que negocia com várias operadoras de celular brasileiras acordos para que alguns netbooks cheguem ao mercado com o chip de celular 3G embutido e, assim, possa se conectar à Internet dessa forma.

    De acordo com Chen, no entanto, a empresa ainda não pode divulgar os nomes das operadoras envolvidas.

    A companhia já credenciou algo como 10 distribuidores para seus produtos no Brasil e nesse momento está "em processo final de negociação" com redes varejistas da Internet e fora dela, segundo Campos.

    Ele espera que até fevereiro os produtos da Asus já possam ser encontrados nas prateleiras de grandes redes do varejo local.

    O gerente geral Chen descartou esperar qualquer impacto da crise econômica nos planos da empresa para o Brasil, mas disse ser prematuro estimar de quanto será a participação de mercado da companhia no mercado brasileiro de computadores.

    Neste mês, a consultoria IDC divulgou que as vendas de computadores na Ásia caíram no quarto trimestre de 2008 pela primeira vez em 10 anos . A Asus e a Acer, entretanto, ambas de Taiwan, tiveram alta nas vendas de, respectivamente, 26,5 e 7,8 por cento sobre o ano anterior.

    (Reportagem de Taís Fuoco)

    January 30

    Entendendo a arquitetura dos smartphones

    Fonte: http://www.guiadohardware.net/tutoriais/arquitetura-smartphones/

    Por Carlos E. Morimoto

    Com a evolução dos smartphones, os aparelhos passaram a incorporar mais e mais funções. O grande problema é que mais funções significam mais chips e mais ciclos de processamento, o que significa um maior consumo elétrico. Como as baterias não evoluem na mesma velocidade que o apetite dos fabricantes (e dos compradores) por novos recursos, oferecer aparelhos compactos e com uma boa autonomia de baterias se tornou uma tarefa cada vez mais difícil. As restrições com relação ao tamanho e ao consumo fez com que o hardware dos smartphones evoluísse em um caminho bem diferente dos dos PCs, com o uso de processadores de baixo consumo e chips altamente integrados.

    Com a evolução dos smartphones, os aparelhos passaram a incorporar mais e mais funções. O grande problema é que mais funções significam mais chips e mais ciclos de processamento, o que significa um maior consumo elétrico. Como as baterias não evoluem na mesma velocidade que o apetite dos fabricantes (e dos compradores) por novos recursos, oferecer aparelhos compactos e com uma boa autonomia de baterias se tornou uma tarefa cada vez mais difícil.

    Basta ter em mente que um celular com uma bateria Li-Ion de 860 mAh dispõe de pouco mais de 3 watts/hora de energia (que correspondem ao que um notebook mediano consome em apenas 5 minutos) para realizar todas as suas funções até a próxima recarga. Entretanto, diferente do que temos nos notebooks, a autonomia dos smartphones precisa ser medida em dias e não em horas. Por aí, você pode ter uma idéia do tamanho da dor de cabeça para os projetistas.

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    Para calcular o total de energia armazenado pelo bateria, multiplique a tensão (em volts) pela amperagem (em mAh). Uma bateria de 850mAh e 3.7V, por exemplo, armazena um total de 3.219 milliwatts, ou seja, 3,219 watts/hora, energia que corresponde ao que um dispositivo com consumo de 3,219 watts consumiria em uma hora.

    Nos micros PC, são usados processadores x86, como o Core 2 Duo e o Phenom. Eles são chips otimizados para o desempenho, que incluem um volume brutal de transístores, com grandes caches L2, unidades dedicadas de decodificação e agendamento de instruções, circuitos de branch-prediction e várias unidades de execução por núcleo. Para ter uma idéia, um Core 2 Duo E8200 baseado no core Penryn (que é um chip relativamente pequeno para os padrões atuais) possui nada menos do que 410 milhões de transístores e tem um consumo típico de 65 watts.

    Um fabricante de smartphones que estivesse interessado em usá-lo, precisaria encontrar uma forma de colocar um cooler 80 mm com dissipador de cobre e uma bateria de 6 células dentro do aparelho. Mesmo que conseguissem, ele provavelmente não venderia muito bem... :)

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    É por isso que ainda não existem smartphones baseados em processadores x86. Mesmo processadores de baixo consumo, como o Atom, possuem um consumo elétrico elevado demais para um smartphone, que faria a bateria durar apenas uma ou duas horas.

    As restrições com relação ao tamanho e ao consumo fez com que o hardware dos smartphones evoluísse em um caminho bem diferente dos dos PCs, com o uso de processadores de baixo consumo e chips altamente integrados.

    A mudança mais notável é o uso de processadores ARM em vez de chips x86. Os chips ARM são processadores RISC de 32 bits, que apresentam uma arquitetura extremamente otimizada, com poucos transístores e um consumo elétrico extremamente baixo.

    Embora não sejam tão conhecidos nem tão comentados quanto o Nehalem ou o Atom, os processadores ARM são produzidos em volumes brutalmente maiores e usados em todo tipo de dispositivos, de roteadores e modems ADSL a video-games, como o Nintendo DS. Praticamente qualquer eletrônico que você tenha em casa, que use um processador de 32 bits e não seja um PC, usa um ou mais processadores ARM, incluindo, naturalmente, seu smartphone.

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    Outro segredo é a integração dos componentes e o uso de controladores dedicados para diversas funções, diferente do que temos em um PC, onde quase tudo é feito pelo processador principal. A vantagem de utilizar controladores dedicados é que eles executam suas funções diretamente via hardware, em vez de executarem um software destinado a executar a mesma função. Com isso, eles conseguem executar suas tarefas com menos transístores e menos ciclos de processamento, o que se traduz em um consumo elétrico mais baixo. Qualquer smartphone atual possui diversos destes controladores, que ficam desligados na maior parte do tempo e são acordados apenas quando possuem algum trabalho para fazer.

    Temos aqui um OMAP2420 (fabricado pela Texas Instruments), um exemplo de "processador" destinado ao uso em smartphones, que é usado em diversos modelos da Nokia, entre eles o N95 e o E90.

    Assim como outros chips similares, ele é na verdade um SoC (system on a chip), ou seja, é a combinação de um processador central e diversos outros componentes em um único chip, incluindo um processador ARM11, um chip DSP, transmissores para as faixas de freqüência suportadas e interfaces para diversos outros componentes. Caso esteja curioso, aqui está um diagrama de blocos do chip:

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    Ele possui também um acelerador de vídeo, que ajuda na decodificação de diversos formatos de vídeo, processamento das imagens e vídeos capturados usando a câmera (e outras funções relacionadas) e também um acelerador 3D dedicado, que é acionado quando são executados jogos ou outros aplicativos que utilizam gráficos 3D. Como o consumo elétrico precisa ser muito baixo (diferente de em um desktop, onde a placa 3D pode consumir 50 watts ou mais...) o desempenho é bastante limitado, apenas 2 megapixels (para efeito de comparação, uma Voodoo 1 (aquela lançada pela 3DFX em 1996) tinha um fill-rate de 50 megapixels).

    Apesar disso, nas mãos de desenvolvedores competentes, estes dois megapixels podem render muita coisa. Existe até mesmo uma versão do Quake para o S60 (http://koti.mbnet.fi/hinkka/), que é capaz de tirar proveito do acelerador gráfico:

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    Outro exemplo é o Qualcomm MSM7200, que é usado em diversos aparelhos da HTC e da Toshiba, entre eles o HTC TyTN II e HTC Touch Dual. Ele é também baseado em um processador ARM11, mas inclui um conjunto diferente de componentes auxiliares. Entre eles estão um acelerador de vídeo, que se encarrega da decodificação de vídeos em diversos formatos (desafogando o processador principal e ajudando a reduzir o consumo), um acelerador 3D otimizado para jogos e aplicativos escritos em Java, um processador ARM9 auxiliar, para o processamento dos sinais da rede 3G e um chip Qualcomm gpsOne, um receptor GPS de 20 canais:

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    Este nível de integração é necessário para manter o consumo elétrico em níveis aceitáveis e também para reduzir o custo de fabricação (já que produzir um único chip, contendo vários componentes sai mais barato do que produzir vários chips separados) e reduzir o tamanho e o peso dos aparelhos.

    Novos recursos, como aceleradores gráficos e chips GPS começam suas carreiras como chips separados, que aumentam o custo dos aparelhos. Isso faz com que, inicialmente eles fiquem restritos apenas aos aparelhos mais caros. Entretanto, com o passar do tempo, fabricantes de chips como a Texas Instruments e a Qualcomm passam a oferecer soluções com eles integrados, o que reduz os custos e permite que eles passem a ser usados mesmo nos aparelhos mais simples, como está atualmente acontecendo com os chips GPS.

    Naturalmente, mais componentes trabalhando simultaneamente também significa um consumo elétrico mais alto. Um dos grandes problemas dos aparelhos da geração atual é a baixa autonomia de bateria ao utilizar uma rede 3G.

    Na maioria dos aparelhos, a bateria não dura mais do que duas horas em situações onde o aparelho fica transmitindo dados continuamente, como ao usar o smartphone como modem e fazer download de um arquivo iso, por exemplo. Em menor grau, isso se aplica também a aplicativos que transmitem um volume considerável de dados, como no caso de aplicativos VoIP, como o Fring, navegadores web e aplicativos como o Google Maps.

    Este problema da autonomia afeta todos os aparelhos 3G da safra atual. Independentemente do fabricante ou do modelo, praticamente nenhum consegue ultrapassar a marca das duas horas de transferência de dados contínua usando a rede 3G, incluindo o iPhone 3G. Não se trata de um defeito de projeto ou de falta de otimizações, mas simplesmente o fato de que em uma rede 3G existe mais trabalho a fazer e mais bits a transmitir.

    Novos projetos de controladores, otimizações de software e a migração para novas técnicas de fabricação irão reduzir o consumo incrementalmente ao longo dos próximos anos, mas o problema não será resolvido do dia para a noite. Pode ser que a bateria do seu smartphone agüente 3 ou 4 dias em modo stand-by, mas ele continuará durante apenas 2 ou 3 horas em situações em que o aparelho precise trabalhar a todo vapor.

    A família ARM

    Os processadores ARM usados nos aparelhos atuais são, em sua maioria, chips ARM7, ARM9 e ARM11. Os chips ARM11 são as atuais estrelas, usados em aparelhos como o Nokia N95, o HTC TyTN II e o iPhone, enquanto os ARM9 são comuns em aparelhos mais antigos, como os Nokia E61 e E62 e diversos modelos da Sony Ericsson, Siemens e outros fabricantes.

    Os chips ARM11 oferecem um desempenho por ciclo ligeiramente superior (1.2 DMIPS por MHz, contra 1.1 DMIPS por MHz dos ARM9) mas a grande diferença do ponto de vista do desempenho entre as duas famílias reside no número de estágios de pipeline usados no processamento das instruções. Os chips ARM9 utilizam um pipeline de 5 estágios, enquanto os ARM11 utilizam um pipeline de 8 estágios.

    Similar ao que temos nos processadores para micros PC, o uso de mais estágios de pipeline permite que cada estágio execute um volume menor de processamento por ciclo, o que permite que o processador opere a uma freqüência mais elevada. Uma analogia simples seria com a de uma linha de produção, onde cada estágio de pipeline corresponde a um operário. Se o trabalho é dividido entre um número maior de operários, cada um passa a executar um número menor de passos e a esteira pode correr mais rápido, resultando em uma produção maior.

    Isso explica por que os processadores baseados em chips ARM9 ficam restritos à casa dos 200 a 250 MHz (ficando com isso restritos aos aparelhos mais antigos, ou mais baratos), enquanto os chips mais recentes, baseados em processadores ARM11 atingem freqüências de 400 a 600 MHz.

    Os chips ARM7, por sua vez, são processadores muito mais simples, que foram originalmente usados em dispositivos da década de 1990, como o Psion 5 e o Apple Newton, mas que recentemente ressurgiram como chips auxiliares, usados como parte do transmissor 3G. Por serem muito simples, eles desempenham essa tarefa de forma bastante eficiente, consumindo menos energia que outros chips precisariam para executar a mesma tarefa.

    A partir de 2009 teremos a migração para os chips baseados ARM Cortex A8, que utiliza uma arquitetura mais complexa, mas em compensação oferece um desempenho por clock consideravelmente superior (de até 2 DMIPS por MHz) e é capaz de operar a até 1.0 GHz. Ele é usado, por exemplo, no OMAP3430.

    O "DMIPS" é uma medida de desempenho baseada no Dhrystone, um benchmark bastante usado para medir o desempenho do processador em operações de inteiros. Originalmente, a medida padrão era o "MIPS" (milhões de instruções por segundo), o problema é que o volume brute de instruções não é um indicador direto do desempenho entre processadores de diferentes arquiteturas, já que processadores com conjuntos de instruções mais complexos podem executar muito mais trabalho com o mesmo volume de instruções do que processadores com conjuntos mais simples.
    Surgiu então a idéia de usar o Dhrystone como benchmark padrão, comparando o número de loops por segundo que cada processador é capaz de executar em relação a um computador VAX 11/780 (um computador da década de 1970, com poder de processamento estimado em 1 MIPS). O VAX 11/780 era capaz de executar o loop do Dhrystone 1,757 vezes por segundo, o que deu origem ao "DMIPS", que embora não seja um indicador preciso, é uma medida de desempenho mais próximo da realidade do que o MIPS.

    Uma questão interessante sobre os chips ARM é que eles não são produzidos por uma única empresa, como no caso dos processadores da Intel, mas sim licenciados e produzidos por diversos fabricantes. A ARM Ltd. (www.arm.com), que é a responsável pelo desenvolvimento dos chips e detentora dos direitos sobre a arquitetura, não produz chips, se limitando a desenvolver os projetos e licenciá-los a preços módicos para outros fabricantes, que podem optar por diversos tipos de licença, incluindo opções que permitem modificar os chips e incluir componentes adicionais. Este é o caso de fabricantes como a QualComm, Texas Instruments e a Samsung, que desenvolvem soluções próprias, incluindo controladores auxiliares e modificações diversas.

    Chips multicore

    Assim como nos PCs, o clock dos processadores móveis é atualmente limitado não pelo que os chips podem realmente oferecer, mas sim pelo consumo elétrico máximo sob o qual eles devem trabalhar. Do ponto de vista da arquitetura, não seria difícil produzir processadores ARM capazes de operar a 2 ou mesmo 3 GHz, o problema é que operando a essa freqüência o consumo ficaria acima da casa dos 10 watts e eles precisariam de dissipadores de cobre e coolers para funcionarem.

    Devido a isso, a freqüência máxima dos processadores móveis tem ficado na faixa dos 450 a 600 MHz e isso não deve mudar muito a curto prazo. A cada nova geração os fabricantes arriscam um processador com clock um pouco mais alto, mas os avanços são lentos e cautelosos.

    A solução encontrada para produzir processadores mais rápidos, sem com isso aumentar exageradamente o consumo foi a mesma adoada nos processadores para desktop, ou seja, passar a desenvolver processadores com vários núcleos, em vez de aumentar a freqüência.

    Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, um processador com um único núcleo, operando a 1 GHz, consome muito mais do que um processador com dois núcleos operando a 500 MHz, pois o clock maior aumenta o gate leakege (a energia perdida na forma de calor cada vez que um transístor muda de estado) e torna necessário aumentar a tensão (voltagem) do processador. Com um sistema de gerenciamento de energia bem desenvolvido, os núcleos adicionais consomem energia apenas quando estão sendo realmente usados, já que o sistema pode desligá-los quando não estão em uso.

    Uma dúvida comum é que as especificações de diversos aparelhos atuais falam em dois processadores. Mesmo o Nokia E61, que foi lançado no final de 2005 aparece na página da Nokia como sendo "dual CPU". A questão é que nesses casos o segundo processador funciona na verdade como um coprocessador, destinado a auxiliar o processador principal em tarefas específicas. Os E61, E61i e E62, por exemplo, são baseados no chip TI OMAP1710, que inclui um processador ARM9 e um chip DSP TMS320C55x, especializado em operações de codificação e decodificação de áudio (ou seja, decodificar arquivos de áudio e vídeo, fazer a compressão do áudio em aplicativos de VoIP, etc) e operações de ponto flutuante:

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    O E61 e o E61i possuem dois destes processadores, daí o "dual-CPU". A grande observação é que o segundo processador não é usado como uma segunda CPU, mas sim como um coprocessador, encarregado fazer o processamento relacionado à transmissão de voz e de dados utilizando a rede 3G.

    O uso do processador auxiliar não é uma exclusividade do E61, mas sim uma característica comum em praticamente todos os smartphones com suporte a 3G. Devido à velocidade e ao complexo sistema de modulação, a transmissão de dados usando uma rede 3G exige uma boa dose de processamento, se não fosse o processador auxiliar, esta tarefa recairia sobre o processador principal, o que deixaria os aparelhos muito lentos enquanto estivessem transmitindo dados.

    O E62, que é o modelo "quase-gêmeo" do E61, é baseado no mesmo processador, o mesmo TI OMAP1710. Entretanto, ele utiliza apenas um processador em vez de dois, o que faz com que toda a modulação precise ser feita pelo processador principal. Este é o principal motivo de ele ser mais lento em algumas operações e, principalmente, de não oferecer suporte a 3G.

    Apesar disso, smartphones com processadores multi-core podem se tornar uma realidade nos próximos anos. O chip mais promissor é o ARM Cortex A9 MPCore (sucessor do Cortex A8), que é composto por 4 núcleos, cada um com um coprocessador aritmético independente e uma pequena quantidade de memória cache:

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    Colocar um processador com 4 núcleos em um smartphone, cujo consumo elétrico é severamente limitado pela bateria pode parecer uma idéia bastante estúpida à primeira vista, mas na prática não é tão ruim assim.

    A principal questão é que, assim como outros processadores ARM, o A9 inclui um sistema de gerenciamento de energia bastante eficiente, de forma que o processador pode ativar e desativar os núcleos de acordo com a demanda. A freqüência de operação de cada um pode também ser ajustada conforme o volume de carga, de forma que, na prática, o consumo elétrico do processador pode ser ajustado de forma bastante eficiente de acordo com o uso. Em um projeto bem desenvolvido, o processador ficaria com apenas um dos núcleos ativado na maior parte do tempo, e os outros seriam ativados apenas quando vários aplicativos fossem usados simultaneamente, ou em tarefas específicas, como em jogos capazes de tirar proveito dos vários núcleos.

    A principal vantagem de um aparelho com vários núcleos é a possibilidade de realizar mais do que uma tarefa sem que ele engasgue. Você poderia chavear para o navegador para verificar alguma coisa rápida sem que o som do vídeo que estava assistindo (e que continua sendo processado em segundo plano) comece a engasgar enquanto o navegador monta as páginas, por exemplo.

    Teoricamente, em algumas tarefas poderiam ser executadas usando menos energia em um processador com vários núcleos, já que um processador com 4 núcleos operando a 150 MHz pode utilizar uma tensão mais baixa e assim consumir menos energia que um processador com apenas um núcleo operando a 600 MHz, por exemplo. Naturalmente, o inverso também pode ocorrer, já que bugs e softwares em loop podem fazer com que os 4 cores passem a operar na freqüência máxima, acabando rapidamente com a carga da bateria.

    A previsão é que os primeiros smartphones com processadores multi-core cheguem ao mercado a partir de 2010. Vamos torcer para que até lá os fabricantes consigam aparar as arestas e oferecer aparelhos onde os cores adicionais tragam melhoras positivas e não apenas autonomias de bateria ainda menores.

    O império contra-ataca

    Você deve ter notado que nos tópicos anteriores a Intel não foi citada uma única vez. O motivo é simples: a participação dos processadores Intel nos lançamentos recentes de smartphones é, pura e simplesmente, zero.

    No passado, a Intel produzia a família XScale, baseada na plataforma ARM, com a qual desfrutou de um relativo sucesso, equipando diversos modelos de palmtops (como os aparelhos da linha Dell Axim e o Treo 650). Entretanto, em 2006 a Intel optou por vender a divisão para a Marvell, como parte de um projeto de reestruturação.

    Do ponto de vista da Intel, fazia pouco sentido continuar investindo em chips ARM. O motivo não tem a ver com a viabilidade da plataforma, mas sim com o fato de chips ARM serem fabricados por diversos fabricantes, fazendo com que a competição seja acirrada e as margens de lucro seja muito baixas. Em vez de ser mais um fabricante de chips ARM, a Intel decidiu apostar nos chips x86, investindo em uma família de chips de baixo consumo que possam, eventualmente, serem usados em smartphones, concorrendo com os chips ARM.

    Como você deve ter imaginado, o concorrente da Intel é o Atom, que utiliza uma arquitetura simplificada, que lembra um pouco a do antigo Pentium 1. Diferente de outros processadores atuais, o Atom possui apenas duas unidades de execução e processa as instruções em ordem, o que permitiu remover muitos dos componentes usados em outros processadores atuais, entre eles o circuito de branch prediction (responsável por reorganizar as instruções) e o scheduler, que armazena as instruções que serão processadas nos ciclos seguintes, de acordo com o determinado pelo circuito de branch prediction.

    Com todas as reduções e otimizações, a Intel chegou ao Silverthorne, um chip com apenas 47 milhões de transístores, que (graças à técnica de fabricação de 0.045 micron) ocupa uma área de apenas 25 milímetros quadrados. Para ter uma idéia, o Core 2 Duo com core Penryn possui 410 milhões de transísotres e ocupa uma área de 107 mm². Nesse slide da Intel, temos uma comparação entre o tamanho físico do Silverthorne e do Penryn:

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    Naturalmente, essa arquitetura simples resulta em um desempenho por ciclo de clock inferior ao de outros processadores x86 atuais. Um bom exemplo disso é que mesmo operando a 1.6 GHz, o Silverthorne tem dificuldades em superar o antigo Celeron-M ULV de 900 MHz, que é usado no Asus Eee 701.

    A idéia da Intel não é necessariamente produzir um processador de alto desempenho, mas sim produzir um processador de baixo consumo, que apresente um desempenho suficiente para tarefas básicas, como navegar e rodar aplicativos leves. A versão mais econômica do Silverthorne opera a apenas 500 MHz, mas oferece um TDP (consumo típico) de apenas 0.6 watts, o que é menos até mesmo que muitos chips ARM, embora a 500 MHz o desempenho também não seja nada espetacular. As versões mais rápidas operam a até 1.8 GHz, mas nesse caso com TDP de 2.5 watts.

    A versão inicial do Atom, batizada de Menlow, é ainda destinada a netbooks e UMPCs, passando muito longe dos smartphones. Entretanto, a Intel está trabalhando em versão atualizada, batizada de Moorestown, com mais componentes integrados e um consumo elétrico mais baixo, que deve estar disponível a partir de 2010:

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    A Intel demonstrou um protótipo de um comunicador pessoal baseado no Moorestown no último IDF. Apesar de estranho, o formato alongado permite incluir uma tela de 1024 pixels de largura (com, provavelmente, 256 pixels de altura), que permite acessar páginas web sem redimensionamento do conteúdo. Ainda não é um smartphone, mas está chegando perto:

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    Se comparado com chips baseados no Cortex A8, como o OMAP3430, uma versão de baixo consumo do Moorestown perderia tanto em custo quanto com relação ao consumo elétrico. Se operando à mesma frequência, ele poderia ganhar com relação à potência de processamento, mas por uma pequena margem. É provável que o Moorestown chegue a ser usado em alguns modelos de PDA ou até mesmo em alguns smartphones (o Android, por exemplo, pode ser portado para rodar sobre a plataforma sem muito esforço), mas eles provavelmente ainda serão aparelhos grandes e pesados, nos moldes do Nokia E90 e do HTC TyTN II.

    Entretanto, a Intel já anunciou que está trabalhando em uma terceira geração da plataforma, fabricada em uma técnica de 0.032 micron poderá oferecer um consumo elétrico mais baixo, com a qual ela pretende levar a plataforma até os aparelhos mais compactos.

    A idéia pare ser ganhar na base da força bruta, investindo pesadamente no desenvolvimento de versões mais e mais otimizadas e fabricadas usando técnicas cada vez mais avançadas, de forma a reduzir o consumo elétrico dos chips e integrar mais e mais componentes a cada versão, até que eles finalmente passem a substituir os chips ARM em larga escala.

    A grande aposta da Intel é que, por serem processadores x86, o Moorestown e os sucessores terão uma vantagem competitiva, já que permitirão rodar o Firefox e outros softwares completos sem necessidade de modificações nos binários. Naturalmente, eles tem também a desvantagem de não serem compatíveis com os softwares compilados para a plataforma ARM, de forma que isso é na verdade uma faca de dois gumes.

    Mesmo que fossem lançados aparelhos com potência suficiente para rodarem distribuições Linux completas, ou mesmo alguma versão otimizada do Windows Vista, isso não seria necessariamente uma boa idéia, já que sistemas operacionais para desktop consomem muito processamento, o que em um smartphone significaria uma grande redução na autonomia. Sistemas faseados em Linux para smartphones, com o LiMo ou o próprio Android são baseados em versões fortemente modificadas e otimizadas do kernel, rodando uma interface leve e aplicativos otimizados, muito diferente da selva de componentes e serviços de uma distribuição Linux para desktops, como o Ubuntu.

    Com relação à questão da eficiência, embora seja quase impossível produzir um chip x86 tão eficiente quanto um chip ARM, devido à necessidade de incluir no chip todos os componentes necessários para decodificar as instruções e assim manter compatibilidade com o conjunto de instruções, a Intel parece convencida que pode anular a diferença com o uso de técnicas mais avançadas de fabricação.

    A Intel já domina a técnica de 0.045 micron e já realiza testes com a geração seguinte, de 0.032 micron, enquanto fabricantes de chips ARM como a Texas Instruments ainda estão fazendo a migração dos 0.13 ou 0.09 para os 0.065 micron. Considerando que um processador fabricado usando a técnica de 0.045 micron tem um consumo elétrico até 50% inferior que outro similar fabricado usando a técnica de 0.065 mícron, pode realmente ser que a Intel ria por último, embora ainda tenha um longo caminho pela frente.

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    HTC phone has enhanced GPS capabilities

    Fonte: http://www.windowsfordevices.com/news/NS2765828866.html

    HTC has announced a Windows Mobile 6.1 smartphone that includes GPS, comes with novel geotagging software, and can transform into "an advanced in-car navigation system." The Touch Cruise features a 528MHz processor, a 2.8-inch touchscreen display, a 3.2 megapixel camera, WiFi, and Bluetooth, the company says. (Click here for a larger view of HTC's 2009 Touch Cruise)

    HTC's earlier Touch Cruise

    If the name of HTC's new phone sounds familiar, that's because the moniker has been recycled from an earlier device! The first Touch Cruise (right) was released in November 2007, becoming the third in the manufacturer's popular series of Touch phones.


    Like its predecessor, the newly announced Touch Cruise has a 2.8-inch touchscreen display with 320 x 240 resolution, plus a GPS receiver. However, the '09 version is smaller, has a faster processor, and also comes with more memory, according to HTC.


    Most notably, the company says, the device's GPS capabilities have been enhanced. When placed into a car cradle -- bundled with the phone -- the Touch Cruise switches to a "one-touch" interface mode claimed to offer "seamless" turn-by-turn directions.


    Unlike other recent phones that also target automotive use, such as the Pharos Traveler 137, the Touch Cruise provides navigation capabilities without requiring owners to subscribe to a service, HTC claims. Once removed from its cradle, the phone returns to its regular home screen, effectively eliminating the need for two separate devices, the company adds.


    HTC's Touch Cruise, with its "Footprints" application

    The Touch Cruise is additionally said to be bundled with an application called "HTC Footprints" (above). This picture-taking software automatically tags photos with relevant GPS coordinates, allows users to append an audio clip to each image, and permits addition of written notes, according to HTC.


    HTC says the Footprints software saves users from the rigors of naming their images, automatically giving "digital postcards" names derived from their general location or area -- "Eiffel Tower," for example, as pictured at the top of our story. Without providing a technical explanation, the company claims that "unlike other devices," the Touch Cruise provides reliable geotagging even indoors.


    According to HTC, the Touch Cruise features a Qualcomm MSM7225 chipset, clocked at 528MHz. The device has 256MB of RAM, 512MB of flash storage, and a microSD expansion slot, the company adds.
    With a 2.8-inch touchscreen display, the Touch Cruise sports a fixed-focus 3.2 megapixel camera, and a four way navigation wheel. Said to be capable of 7.2Mbps data downloads via HSDPA (high speed downlink packet access), the phone includes 802.11b/g WiFi and Bluetooth, according to HTC.
    Features and specifications listed by HTC for its 2009-model Touch Cruise include:

    • Processor -- Qualcomm MSM7225 clocked at 528MHz
    • Memory -- 256MB of RAM and 512MB of flash storage
    • Display -- 2.6-inch touchscreen display with 320 x 240 resolution
    • Camera -- 3.2 megapixel, fixed focus
    • Wireless:
      • WAN -- Quad-band (850/900/1900/2100MHz) HSDPA
      • WLAN -- 802.11b/g
      • PAN -- Bluetooth 2.0
      • GPS
    • Other I/O -- HTC ExtUSB (jack combines audio and miniUSB signals)
    • Expansion -- microSD slot
    • Battery -- 1100mAh lithium-ion battery, with GSM talk time of up to 400 minutes, and standby up to two weeks
    • Dimensions -- 4 x 2.1 x 0.57 inches (102 x 53.5 x 14.5mm)
    • Weight -- 3.63 (103g)
    According to HTC, its new Touch Cruise will be available "across all major markets in spring 2009." Pricing was not released, however.
    January 16

    Microsoft: Expect Fewer Phones With Windows

    Fonte: http://bits.blogs.nytimes.com/2009/01/08/microsoft-expect-fewer-phones-with-windows/

    Microsoft says it is responding to the fierce competition in the phone market by retooling and beefing up its mobile operating system–and by putting it on fewer devices.

    Todd Peters, the vice president of marketing for the Windows Mobile division, discussed those concepts in general terms in an interview here at the Consumer Electronics Show. He declined to be more specific, explaining Microsoft plans a major announcement at the Mobile World Congress, a trade show scheduled for next month in Barcelona.

    But he was clear that one way in which Microsoft plans to become more competitive is by limiting the number of devices built with the Windows Mobile operating system. At present, there are around 140 such devices, from a range of cell phone makers, from Samsung to Palm and many in between.

    The reason that Microsoft is limiting the number of phones with the operating system is because, he said, the company does not want to have its efforts diluted over too many devices.

    “I’d rather have fewer devices and be more focused,” he said. That way “we get better integration” between phone and operating system.

    The decision by Microsoft comes as phone users are getting more discerning about the ease of use of their phones, and the breadth of capabilities. Microsoft has a particular challenge in that unlike some competitors, it does not control both the hardware and the software. By contrast, Apple designs both the hardware and software for the iPhone, while Palm today announced a new device, the Pre, and also makes the operating system, WebOS.

    Mr. Peters said further details about the efforts to focus Windows will be emerge in the coming months. He said that at the Mobile World Congress–where Steve Ballmer, Microsoft’s chief executive, will present the keynote address–the company will talk about how it can provide more value through new touch-screen capability and new service offerings. That way, he said, companies that build phones around the Windows Mobile operating system will have an incentive to continue to pay for the software license.

    “We’re going to pump more value into the license,” he said.

    December 11

    Sony Ericsson e HTC lançarão celulares Android em 2009

    Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/sony-ericsson-e-htc-lancarao-celulares-android-em-2009

    Estava destinado a acontecer, mas não imaginávamos que seria em breve. O Phandroid diz que, segundo a IDG Suécia, a Sony Ericsson lançará seu primeiro telefone com Android no verão setentrional de 2009 (inverno aqui).


    Gustaf Brusewitz, porta-voz da Sony Ericsson na Suécia, diz que inicialmente o foco será em produtos mais sofisticados, mas que posteriormente serão lançados modelos para um público mais extenso. Ele disse que “o primeiro handset Android chegará no verão” e que a empresa continuará a desenvolver para o Symbian e o Windows.


    A HTC, que fabrica o G1, também terá celulares Android próprios na mesma época. Não apenas um modelo, mas todo um portfólio, disse o executivo Peter Frølund.


    Particularmente, não vejo a hora de conferir o que a HTC e a Sony Ericsson mostrarão em design de hardware e – tomara – revisão na interface de uso. [IDG Sweden and Business DK via Phandroid]

    [FS: A Motorola também pretende lançar neste mesmo período um celular com Android.]