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November 08 Fonte: http://www.adnews.com.br/lerrss.php?id=79118 A AT&T está testando a idéia de limitar a quantidade de dados que seus usuários podem acessar mensalmente nos planos de conexão à internet. Inicialmente, será feita uma experiência com clientes da operadora em Reno, Nevada. Cada vez mais, os provedores de serviço de internet dos EUA estão estipulando limites de informações que os usuários podem gerenciar por mês, na tentativa de controlar “famintos por banda de rede” - internautas que fazem excessivos downloads e uploads. Segundo a AT&T, apenas 5% dos seus clientes utilizam mais de 50% da sua capacidade total de banda. A partir de novembro, a maior operadora dos EUA restringirá os downloads mensais a 20 GB no serviço DSL. Os planos mais velozes poderão acessar mais dados. Fonte: Associated Press October 24 Fonte: http://www.adnews.com.br/lerrss.php?id=78161
A Vex, uma das maiores provedoras de acesso Wi-Fi do mundo, apresenta ferramenta que possibilita o acesso à banda larga em alta velocidade e ampla cobertura. O VexBox 3G converge as tecnologias Wi-Fi e 3G garantindo ainda mais mobilidade a seus usuários. Disponível a partir do mês de outubro, a solução será comercializada para todo o Brasil e demais países. O sistema atende qualquer dispositivo móvel e pode ser utilizado, por exemplo, em frotas de ônibus, táxis, carros executivos e também em locais onde não há alcance de banda larga. O objetivo é atingir o público que necessita de conexão mesmo em deslocamento e assegurar a cobertura em locais onde não há alcance de banda larga de baixo custo. "O trânsito da cidade e o tempo das viagens não serão mais impeditivos para o usuário não estar conectado à rede Vex", declara Roberto Ugolini Neto, CEO da companhia. "Nosso objetivo é, possibilitar a conexão móvel, permitindo o acesso mesmo em locais onde não existe banda larga", completa o executivo. Fonte: http://www.adnews.com.br/lerrss.php?id=78224
A Motorola anunciou hoje que deu início aos testes para implementar acesso à internet sem fio em automóveis. Segundo a proposta, um carro poderia permanecer conectado à web durante todo o seu trajeto. Os módulos de comunicação sem fio X24 que vão utilizar a conectividade da plataforma WiMAX no padrão móvel (802.16e). O X24 é baseado no chipset WTM1000 WiMAX da Motorola, uma solução dual band (2,5 GHz/3,5 GHz) que atende aos padrões WiMAX Wave 2. Segundo a empresa, o X24 neutraliza as interferências e utiliza o sistema MIMO A/B e outras características avançadas do WTM1000 para aumentar a taxa de tráfego de dados e a cobertura. O X24 agrega qualidade de serviço (QoS) integral, para atender às demandas por aplicações em tempo real do setor automotivo. April 02 Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/dicas/ultnot/2008/03/12/ult2665u259.jhtm CEILA SANTOS | Para o UOL Tecnologia
Quem está acostumado com alta velocidade, como as de 8 Mbps oferecidas pelas operadoras de telefonia fixa, pode até estranhar na hora de navegar pela Internet móvel usando o celular como modem. Rene de Paula Júnior, gerente da Microsoft, teve que se acostumar com a mudança, mas confessa que o serviço móvel supre bem as necessidades de quem tem hábito de navegar sem baixar filmes e nem jogar games. BANDA LARGA NO NOTEBOOK
Clique nos links para navegar pela matéria O QUE OBSERVAR ANTES DA COMPRA
ACESSO DO CELULAR OU COM 3G
BANDA LARGA FIXA NO NOTEBOOK
DILEMA DAS PLACAS DE CONEXÃO
Júnior utiliza o serviço Vivo Zap ilimitado, da operadora Vivo, como seu único acesso à Internet fora do trabalho. Pagando uma mensalidade de R$ 139,90, o gerente explica que ter uma conexão permanente, onde quer que esteja, é o principal diferencial do serviço. "É bom lembrar que velocidade nunca foi a chave do meu acesso. Então, talvez por isso, considero o serviço do adequado", conta. As tecnologias conhecidas como 2 e 2,5G são as mais populares entre as conexões móveis brasileiras e respondem pelas siglas GPRS e Edge, em terminais GSM, e CDMA One ou CDMA 1xRTT em aparelhos CDMA. As velocidades chegam a picos de apenas 70 kbps.
Entenda as siglas da telefonia móvel A Oi, por exemplo, oferece pacotes para acessar à Internet móvel pelo notebook por R$ 9,90. Porém, a velocidade e transferência de dados são muito baixas: até 53,6 kbs. O serviço está disponível somente dentro da sua área de cobertura. Um pacote maior, com até 72 MB, sai por R$149,90. A TIM, que tem presença nacional, cobra R$ 19,90 pelo volume de 40 MB, mas a promoção atual reduz a mensalidade para R$ 9,90. O serviço está disponível onde há cobertura de rede GPRS (em todo Brasil com velocidades de até 40 kbps) ou Edge (presente em mil cidades com velocidade de até 200 Kbps).
3G para acesso rápido no notebook Enquanto Júnior usa o notebook para acessos curtos, o gerente técnico Gilmar da Silva resolveu apostar nos serviços de terceira geração. Usuário de notebook há quase sete anos e, em função da da profissão, conectado à Web o dia todo, Silva escolheu um plano da operadora Claro para plugar o seu notebook à Internet.
Mesmo pagando uma mensalidade mais cara (de R$ 99), Silva trocou o acesso oferecido pela TIM. "O acesso é bem melhor, mas a conexão e a velocidade não são 100% estáveis. Há muita oscilação", compara. Ele conta que a velocidade é similar a alguns planos de banda larga do mercado, e que não precisou pagar pelo modem USB porque era usuário de outro plano de dados da operadora.
Para quem exige mais velocidade, a Claro oferece acesso 3G com o plano básico no valor de R$ 49,90, acesso ilimitado e velocidades que podem atingir até 1Mbps. No entanto, a área de cobertura se restringe a 37 cidades, incluindo municípios dos Estados de São Paulo, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e no Distrito Federal.
A operadora Vivo oferece as duas tecnologias (2,5G e 3G) com o mesmo nome: Vivo Zap 3G. No entanto, você só terá uma conexão 3G se estiver dentro da área de cobertura da Vivo que oferece acesso CDMA 2000 1xEV-DO, um dos padrões 3G usado em redes celulares CDMA. Na operadora, o plano de acesso 3G mais barato fica em R$ 49,90 por 250 MB.
March 25 Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/digitaldrops/~3/245084655/uma_antena_que_aumenta_em_300.html de nick@digitaldrops.com.br (Nick F. Ellis)
Se você mora em uma casa grande, ou então quer acessar a Internet do seu quintal, mas o sinal da sua conexão Wi-Fi não ajuda, uma boa solução é o receptor Hi-Gain Wireless-G Dish Adapter da Hawking que aumenta em 300% o alcance do sinal da sua rede sem fio. A antena é bem simples de instalar, basta conectar o cabo na porta USB do seu PC ou notebook e pronto! A Wireless-G Dish custa apenas US$ 62, saiba mais na Amazon . Via Coolest Gadgets. October 06 Fonte: http://www.antenando.com.br/tecnologia/arquivo/speedy-livre-de-provedor-nem-tanto
Quem já está ha um bom tempo conectado à internet banda-larga,
acompanhou durante alguns anos a constante luta em prol de uma conexão
banda-larga livre de provedores de acesso que, estando ou não em pleno
direito, nada mais oferecem do que uma conta de e-mail com alguns GB a
mais e o acesso ao conteúdo restrito do portal.
No dia 27 de Setembro, a Telefonica lançou
uma nota oficial a respeito do decorrente processo sobre a
obrigatoriedade da contratação de um “provedor de acesso” para a
autenticação de seu serviço de conexão banda-larga, Speedy, que foi movida pela 3ª Vara Federal de Bauru.
A determinação, deferida pela 3ª Vara Federal de Bauru,
considerou a exigência de um provedor de acesso um desrespeito ao
Código de Defesa do Consumidor.
A empresa recorreu da decisão. A alegação da Telefônica é de que a
Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel, exige a validação de
conexão através de um provedor.
Fonte: INFO
A notícia espalhou-se em diversos veículos de comunicação (vide IDG Now!, MeioBit, INFO,
dentre muitos outros) alertando aos internautas sobre a liberação de um
usuário e senha específico para o acesso ao Speedy que não mais
exigisse a contratação de um provedor de acesso. Sendo assim, bastando
utilizar o usuário: internet@speedy.com.br e senha: internet, seria
possível autenticar sua conexão speedy se navegar normalmente na
internet. Mas para quem, assim como eu, prontamente já alterou os dados
de autenticação para ver se funcionava, deverá se atentar a este novo comunicado da Telefônica, que para contornar à situação estabelecida pela 3ª Vara Federal de Bauru, passará a cobrar uma taxa de R$ 8,70 para autenticar a conexão através deste usuário e senha.
Tomarei a liberdade de redigir abaixo o comunicado da Telefonica:
COMUNICADO PUBLICADO NO SITE SPEEDY:
Com o intuito de reforçar comunicado anteriormente
encaminhado a você cliente Speedy, a Telefônica informa que, de acordo
com decisão judicial não definitiva, a partir de quarta-feira, 26 de
Setembro de 2007 passou a oferecer conexão à Internet através do login
‘internet@speedy.com.br’ e da senha ‘internet’.
O serviço de conectividade prestado por meio do login acima indicado
não inclui os serviços que hoje você já usufrui e que somente são
disponibilizados através dos provedores, tais como: e-mail, conteúdos
de acesso restrito, entre outros.
A Telefônica esclarece que o serviço de conectividade, realizado por
meio do login acima, será cobrado no valor de R$8,70 em prazo a ser
definido.
Por fim, a decisão judicial não cancela os serviços de provedores de
internet já contratados por você, que poderá optar por continuar
fazendo o login através do provedor que já contratou e manter os
serviços que possui atualmente. Neste caso, você não precisa fazer
nada. Caso queira entender melhor estes serviços e/ou alterá-los entre
em contato com o seu provedor.
Mais informações podem ser obtidas em nossa Central de Relacionamento.
Fonte: SpeedyVantagens ( 1 de Outubro de 2007 )
Pois é pessoal, agora é pagar R$ 21,80 para um provedor não fazer
nada, ou R$ 8,70 a mais para o Speedy continuar com o mesmo serviço de
antes. A escolha é sua! ;)
Via | Garotos de Web September 18 Fonte: http://mobilitysite.com/2007/09/textr-available-for-wm-pocket-pc-phones/
Posted by
gasusan2005
on September 14th, 2007
Textr
is now available for Windows Mobile Pocket PC phones. Textr is a
program for Windows Mobile 5 & 6 devices which organizes SMS Text
Messages into easy to read conversations.
Features:
- Conversation based text messaging organized by who sent you the text message
- Store and archive text message conversions on a storage card
- New message pop-up notification
- Photos for your contacts which use the default contact photo on your device.
- Turns URLs into hyperlinks Auto emoticons.
- Choose the color for your and your contact’s name
- Choose your display name
- Sort conversations
- Timestamps in conversations
- Icons depicting “new” message, “read” and “unread”
The full version costs US$ 14.95 but a fully functional 21 days trial version is available here
For more information visit textr
Source: the unwired
February 16 Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022007/13022007-27.shl
Wikimedia Commons |  | Aerogerador ajuda a conectar pessoas em áreas isoladas |
SÃO
PAULO - A Namíbia, país localizado no sul da África, estreou este mês
as primeiras estações de telefonia móvel movidas a energia eólica.
As estações foram construídas no país pela Motorola, que desenvolveu a tecnologia na Inglaterra antes de levá-la para a África.
O sistema é baseado na instalação de estações de transmissores e
antenas retransmissoras de sinal que recebem energia de geradores
movidos a vento. Os geradores são ligados a um conjunto de ventiladores
e transformam a energia mecânica em elétrica.
De acordo com a Motorola, a tecnologia é a mais econômica para
levar sinal de celular às regiões rurais da Namíbia. O país tem uma das
maiores extensões territoriais da África e menos de dois milhões de
habitantes. Em muitas regiões do país não há linhas de transmissão de
energia elétrica e usar geradores movidos a diesel sai mais caro que
aproveitar a energia eólica.
Em alguns pontos, a Motorola vai instalar também painéis solares
para captar a energia do Sol na geração de energia. A Motorola avalia
que, além de não poluente, o uso de energia eólica em regiões sem
fornecimento regular de energia é mais econômico e racional que as
fontes tradicionais de energia, notadamente geradores a diesel.
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO October 04 (por IT Web)
04/09/2006
Novo padrão prevê acesso a serviços hoje disponíveis apenas em PCs conectados em banda larga de alta velocidade
Operadoras e fornecedoras globais de tecnologia móvel estão apostando
na tecnologia de quarta geração, denominada 4G. Em desenvolvimento, o
padrão deve permitir comunicação de duas vias para voz, vídeo e dados,
segundo empresas presentes no evento Samsung 4G Forum, na Coréia do
Sul.
A
tecnologia possibilitará que os usuários tenham acesso a serviços
disponíveis apenas em PCs conectados em banda larga de alta velocidade.
O novo foco será a informação, em vez da voz.
Apesar dos bilhões
gastos para aumentar a velocidade das redes e oferecer vídeo, fotos e
acesso à internet, a adesão ao padrão 3G tem sido mais lenta que a
esperada e gera temores de que não gere lucro que justifique o
investimento na tecnologia.
A International Telecommunication
Union (ITU) define 4G como uma tecnologia sem fio que transfere dados a
100 megabits por segundo, enquanto o usuário está em movimento, e a 1
gigabit por segundo, quando parado.
O espectro para 4G será alocado em uma conferência global, em outubro de 2007. O uso comercial deve acontecer a partir de 2010.http://www.itweb.com.br/index.php?option=com_noticia&id=19863§ion=8
Thais Aline Cerioni
Publicada em 03 de outubro de 2006 às 11h46
Solução de mobilidade garantiu à Infoglobo mais conhecimento sobre as vendas de seus jornais nas bancas cariocas
Com
o objetivo de conhecer melhor os negócios gerados pelas vendas em
bancas, a Infoglobo decidiu investir em mobilidade. Há cerca de três
meses, os cerca de 20 promotores responsáveis pelo acompanhamento
diário das vendas dos jornais da companhia e de seus concorrentes na
cidade do Rio de Janeiro foram equipados com smartphones Palm Treo 600
com conexão via rede celular. Alexandre Alves, coordenador de TI
da Infoglobo, acredita que a utilização dos equipamentos – no lugar das
pranchetas, papéis e canetas usados antes – possibilitou a estruturação
na forma de organização dos dados, assim como garantiu mais acuracidade
às análises de curto prazo. “Éramos cegos sobre quantos jornais são
entregues em cada banca e quantos são vendidos”, revela Alves. Além
de depender de interação humana em todas as etapas do processo, o
modelo anterior não permitia a criação de uma base histórica para
comparação de números, o que se tornou possível com o uso dos
handhelds. “Ainda este ano, pretendemos criar um datawarehouse para
tratar as informações de vendas em banca e os dados colhidos pelos
promotores farão parte desse banco de dados.” Com isso, a companhia
terá condições de fazer análises e criar cenários para prever o
comportamento dos clientes. O coordenador acredita que os resultados
mais significativos do projeto – exatamente esta análise mais profunda
dos dados históricos – só virão daqui a um ano aproximadamente, quando
haverá massa de dados suficiente. Entretanto, o projeto já está
causando impacto no dia-a-dia da área de vendas avulsas. “O pessoal já
começou a solicitar relatórios e a analisar informações que antes não
tinham”, comenta. Considerado simples, o projeto teve como grande
desafio a questão cultural. “Os promotores são pessoas simples,
totalmente alheias à tecnologia”, explica Alves. Segundo ele, houve
resistência dos dois lados – TI e usuários – no início do projeto.
“Tínhamos receio por ser um aparelho caro e sofisticado. Os promotores
tinham medo que usássemos a tecnologia para controla-los
geograficamente”, revela. Apesar da tensão inicial, o projeto é
considerado bem-sucedido. “Não estamos tendo problemas”, garante, Além
de atender à necessidade pontual da área de vendas avulsas, o projeto
deve funcionar também como um teste a respeito do uso de soluções
móveis. “Escolhemos esta área por não ser extremamente crítica para o
negócio”, conta o executivo. “O pior que podia acontecer seria
voltarmos para prancheta e papel.” A intenção é analisar o
comportamento da tecnologia para possíveis aplicações em outras áreas.
“Por exemplo, a área comercial tem uma enorme força de vendas na rua.
Estamos avaliando para isto.”
Copyright 2006 IDG Brasil Ltda. Todos os direitos reservados.
October 02
Agência Estado
O celular transformou a telefonia em serviço
pessoal. O mesmo deve ocorrer com a banda larga, com tecnologias como o Wi-Fi, o
WiMax e o WiMesh. "Em 10 anos, a banda larga será um serviço pessoal", acredita
Luis Minoru Shibata, diretor-geral para América Latina da consultoria The Yankee
Group. "No Brasil, o WiMax deve se transformar num serviço de massa em 2010 ou
2012."
O WiMax é uma tecnologia nova, padronizada no fim de 2005. Testes de WiMax em
São Paulo conseguiram alcance de até 20 quilômetros, com velocidade entre 10
megabits por segundo (Mbps) e 15 Mbps. O pacote mais rápido do Speedy, da
Telefônica, tem 8 Mbps. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ia fazer
um leilão de freqüências de banda larga sem fio, com tecnologia WiMax, no mês
passado, mas o processo foi paralisado pelo Tribunal de Contas da União
(TCU).
O mercado mundial de WiMax deve movimentar US$ 7,4 bilhões em 2009, no que
diz respeito à prestação de serviços, e US$ 3 bilhões na venda de aparelhos, de
acordo com a consultoria IDC. O de Wi-Fi, tecnologia de rede local sem fio, deve
gerar receitas de US$ 3,5 bilhões em serviços e de US$ 7,4 bilhões em
equipamentos.
No celular
"No fim do ano, começam a chegar ao mercado celulares com Wi-Fi", aponta
Emerson Yoshimura, gerente regional da Linksys para o Cone Sul. "Queremos fechar
uma série de parcerias para vender junto o roteador e promover o uso do Wi-Fi."
Ligado a uma conexão de banda larga, o roteador permite criar uma rede sem fio
em casa ou na empresa. Novas versões do Wi-Fi permitem velocidades de até 130
Mbps.
O Wi-Fi e o WiMax são, ao mesmo tempo, oportunidade e ameaça às operadoras de
celulares. Essas tecnologias podem levar ao mundo sem fio o impacto da voz sobre
protocolo de Internet (IP, na sigla em inglês), barateando as ligações,
principalmente na longa distância.
Na visão de Minoru, do Yankee Group, o WiMax é complementar à terceira
geração da telefonia celular, apesar de estar sendo chamado de quarta geração
nos Estados Unidos. "O WiMax deve ser usado mais em dispositivos portáteis, como
notebooks, do que em celulares", exemplifica Minoru. "As telas de celulares são
muito pequenas para se assistir a um vídeo que use a capacidade do WiMax, por
exemplo."
A maior empresa de WiMax no Brasil é a NeoVia, que tem 35 mil clientes no
Estado de São Paulo. "Não é nada perto dos clientes de banda larga das
concessionárias", reconhece Maurício Coutinho, presidente da NeoVia. "Mas somos
uma das maiores empresas de WiMax do mundo. Só tenho notícia de uma maior nos
Estados Unidos e de outra na Austrália."
Alternativa
Visto como uma solução intermediária entre o Wi-Fi e o WiMax, o WiMesh é
outra tecnologia sem fio promissora. No WiMesh, cada equipamento se torna um nó
de rede. Os aparelhos vão se conectando uns aos outros. As antenas têm alcance
de até 400 metros e a velocidade de comunicação chega a 54 Mbps.
"O WiMesh ainda está em processo de padronização", aponta Josh Chai, diretor
de Desenvolvimento de Soluções da D-Link International e um dos palestrantes da
Futurecom. "Apesar de o Wi-Mesh ser definido como tecnologia de
telecomunicações, acreditamos que a maioria dos clientes corporativos também vai
se beneficiar do Wi-Mesh no ambiente interno." A maioria das experiências com o
WiMesh no mundo combina a tecnologia com o Wi-Fi. As informações são de O
Estado de S.Paulo. September 29
Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
Publicada em 28 de setembro de 2006 às 07h00
Atualizada em 28 de setembro de 2006 às 09h01
São
Paulo - Da concorrência com serviços a cabo à sonhada sociedade
conectada, redes prometem transmissão de dados que permite VoiP, TV e
internet móveis.

Sentado
em um café, o adolescente tira seu smartphone do bolso e verifica sua
lista de contatos no comunicador instantâneo. No ônibus, a garota
assiste ao programa de auditório ao vivo em seu celular. Apressado, o
executivo estaciona o carro na avenida Paulista, em São Paulo, para
atender uma ligação por VoIP em seu notebook.
Todas as ações
descritas acima independem do WiMax e já estão disponíveis para
usuários no Brasil atualmente graças a serviços de operadoras e
equipamentos preparados para as “antigas” redes sem fio. Leia neste especial: > A revolução da banda larga chega pelo ar > WiMax para 700 mil brasileiros em 2010 > Interesse entre pequenas e grandes operadoras > Anatel x Minicom: batalha pode atrasar WiMax > Imagens: Licenças para WiMax > Fotos: WiMax no Brasil
A
introdução da banda larga sem fio, no entanto, permitirá que atividades
que explorem mobilidade atinjam uma faixa da população muito mais ampla
do que os proibitivos preços dos serviços citados comportam.
Até
que seja possível navegar por banda larga sem fio com a tecnologia
WiMax, no Brasil, ainda existem diversos obstáculos a serem passados.
O
primeiro deles é a discussão sobre as regras do leilão, conduzido pela
Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para definir quem pode
participar e em quais regiões.
O segundo é a atual escassez de
equipamentos que suportam o acesso a redes WiMax. O Fórum WiMax,
responsável por certificar os produtos usados na irradiação e recepção
do sinal, autorizou os primeiros aparelhos em janeiro de 2006.
Deriva
deste fator a falta de precisão quanto aos preços de equipamentos para
WiMax no mercado brasileiro. “Agora, o WiMax é caro. O preço do modem
que faz atendimento residencial sai entre 400 e 500 dólares”, estima o
consultor de telecomunicação, Eduardo Prado.
Mesmo que a demanda
por serviços de banda larga sem fio estejam explodindo no Brasil, como
define o levantamento “Análise do mercado brasileiro de banda larga e
WiMax 2005-2010”, da consultoria Maravedis, o mercado do país ainda é
“sensível a preços”.
A adoção em larga escala do WiMax no
Brasil, segundo Prado, acontecerá apenas a partir de 2009, quando o
preço do modem de acesso deverá cair para até 75 dólares, sem taxações
das operadoras.
O consultor em telecomunicações, ex-executivo da
Intel, Ronaldo Miranda, concorda com Prado e acredita que o mercado
brasileiro só vai andar entre 2008 e 2009. “O melhor exemplo é o acesso
wireless. Mesmo com diversos hotspots espalhados, a web sem fio só
explodiu quando o preço do notebook caiu bastante”, diz o executivo,
afirmando que, mesmo com as redes prontas, a adesão dos usuários será
vagarosa no começo.
A disputa entre os padrões fixo e
móvel do WiMax deverá também atrasar os investimentos das empresas.
Mais otimistas, previsões como a de Eduardo Tude, presidente da Teleco,
esperam que as redes WiMax comecem a se tornar populares já no mesmo
ano em que estão previstos os primeiros serviços. “Ter escala é a
questão.E isto deverá acontecer em 2007”, diz ele.
A Motorola,
que divide o ranking de empresas que mais investem em WiMax atualmente
junto a Intel e Samsung, também prevê seus investimentos no Brasil para
2007. “Cada produto tem um ponto ótimo. Para o do WiMax, precisaríamos
esperar pela grande penetração que, para nosso uso interno, acontecerá
em 2007”, revela José Geraldo Almeida, gerente de novos negócios da
empresa.
Exemplos práticos Quando o WiMax se tornar
uma realidade, porém, são diversos os impactos na vida do usuário, ao
começar por seu acesso doméstico à internet.
A assinatura paga
para provedoras atualmente para acessar a internet permite que você
desfrute da grande rede por apenas um ponto: o seu computador na sua
casa.
Esta é a principal limitação dos sistemas de banda larga atuais, como DSL e cabo. Com o WiMax essa barreira é derrubada.
Teoricamente,
porém, a introdução do padrão 802.16e (o WiMax móvel) permitiria que
usuários pagassem apenas uma mensalidade à provedora de WiMax para
acessar as redes em qualquer lugar coberto.
Os exemplos de
utilização prática variarão conforme o modelo de negócio escolhido por
cada uma das operadoras envolvidas na licitação da Anatel.
Mais
uma vez, a principal diferença entre o WiMax e as redes Wi-Fi já
disponíveis em grandes cidades brasileiras, por provedores como
Telefônica e Vex, seria o alcance.
Em vez de se conectar a
diferentes redes enquanto estiver em movimento, o usuário poderia
assistir ao seu jogo de futebol no celular, por exemplo, sem cortes ou
riscos de desconexão.
A alta penetração de redes WiMax do padrão
móvel poderá impulsionar também a conectividade de produtos que passam
longe da informática, como veículos e eletrodomésticos.
Um carro
que carregue um chip WiMax poderá acessar conteúdo em movimento, como
mapas da cidade para seu sistema de navegação por GPS, estações de
rádio pela internet ou arquivos musicais que serão armazenadas em seu
disco rígido ou tocarão em seu rádio.
Em projetos mais
sofisticados, o usuário poderá até mesmo fazer o download de arquivos
digitais que serão usados em seu carro, como um novo som para a buzina
ou para o alarme.
Mais próxima à realidade, o
WiMax poderá ter um impacto direto na maneira como o telefone celular é
usado, aproximando-o dos computadores pessoais.
A principal
mudança está na transmissão de voz. Ligações móveis hoje são feitas por
protocolos que usam estações rádio-bases (ERBs) para levar a sua voz
para o terminal da sua mãe, por exemplo.
Por ser um protocolo de troca de dados, o WiMax poderia oferecer ligações por voz em pacotes de dados, pelo sistema VoIP. Não
bastasse a queda nas receitas com a maior participação do VoIP móvel,
as operadoras de telefonia poderão temer também a competição com
empresas de mídia e produtoras de conteúdo que resolvam explorar redes
WiMax para transmitir TV ao vivo ou vender músicas e filmes em
aparelhos móveis.
Pesquisa da Analysys divulgada em setembro
afirma que, até 2012, a receita de ligações por VoIP em telefones
celulares atingirá 25,9 bilhões de dólares, ultrapassando a cifra de
18,8 bilhões de dólares equivalente aos serviços fixos do tipo nos
Estados Unidos.
Além do VoIP, o tráfego de dados pelo WiMax
permitiria a reprodução nos aparelhos de conteúdo multimídia que redes
GPRS não suportam, como TV ao vivo ou download de músicas.
Engana-se,
porém, quem imagina que vai ligar o notebook em casa e usar as redes de
acesso WiMax como se fossem oferecidas pelo governo ou com taxação
semelhante aos serviços de banda larga convencional.
Pelo menos
até que o WiMax se torne popular como método de transmissão de dados,
operadoras que detém autorizações para explorar as redes poderão
formular sistemas de negócios que podem ser comparados com a atual
diferença entre telefonia fixa e celular.
“A primeira onda do
WiMax não vai ser mobilidade, e sim levar a banda larga com custo
flexível para lugares onde não há hoje”, destaca Miranda.
A
falta de penetração fará com que planos de acesso cabeados ou por
wireless compensem mais para o usuário do que o acesso WiMax, no
primeiro momento, segundo Miranda.
“Com maiores investimentos
das operadoras e aparelhos mais baratos, os preços das ligações móveis
foram caindo em comparação às fixas. O custo WiMax deve seguir o mesmo
caminho”, afirma.
Todas estas vantagens do WiMax ilustram que o
Wi-Fi vai acabar? Longe disto. “São utilizações completamente
diferentes”, afirma Tude. No ambiente doméstico, o alto
preço dos primeiros equipamentos e serviços deverá tornar o WiMax
restrito a poucos usuários até o final de 2007, quando as redes
estiverem populares o suficiente, segundo previsões de Tude, da Teleco.
Tude
também aponta a possibilidade de restrições nas redes Wi-Fi como uma
vantagem frente ao WiMax. “Quando você tem uma rede local, as pessoas
continuam no ambiente privado. No WiMax, o acesso é feito diretamente
pela internet”.
Inclusão Digital Um dos principais
fatores apontados por analistas para a importância do WiMax no mercado
brasileiro não é a mudança que ele promoverá em áreas urbanas, mas sim
o impacto inicial em regiões sem infra-estrutura online.
“O
mercado brasileiro tem uma deficiência em banda larga enorme. Além dos
serviços serem caros em comparação com o resto do mundo, a oferta é
geograficamente limitada pelas áreas de atuação das concessionárias”,
afirma Tude.
“Por ter cobertura maior e custo menor, o WiMax tem
potencial para realizar uma expansão muito grande da banda larga no
Brasil”, analisa.
Os preceitos são simples. Oferecer banda larga
pelos sistemas DSL e cabos implica que operadoras gastem milhões de
reais em equipamentos e mão-de-obra para desenrolar quilômetros de fios
pelas estruturas de comunicação das cidades cobertas.
Os altos
gastos não compensariam em regiões onde não há massa crítica o
suficiente para retornar o investimento da operadora. Ou seja, se não
há usuários suficientes, não interessa à operadora prover o serviço.
Em
WiMax, o prazo e os custos para implementação caem bastante em
comparação ao sistema tradicional. Segundo estimativas de Tude, é
possível colocar em funcionamento uma rede WiMax em seis meses em
determinadas regiões, após a compra da licitação. “Não é preciso
montar uma rede inteira para o assinante entrar, já que a operadora nem
sabe onde ele está. Basta colocar a torre de transmissão e começar a
operar”, explica.
Graças ao alto número de autorizações (são
1.037 licenças de exploração divididas em 67 áreas de numeração), a
chance de que pequenos provedores se interessem em explorar redes WiMax
no sertão da Bahia, nos confins do Pará e nos planaltos do Mato Grosso
são enormes.
“A infra-estrutura é tão acessível para operadoras que chega a ser mais barata do que redes de telefonia celular”, afirma o analista-sênior do IDC Brendan Conroy. “Serviços federais ligados à
educação e à saúde deverão ser um dos setores mais beneficiados pelo
WiMax no Brasil, ainda mais pela atual concentração alta de acesso”,
completa.
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