José Roberto's profileJosé Roberto SiqueiraPhotosBlogListsMore Tools Help

Blog


    January 31

    Asus descarta crise e passa a fabricar notebooks no Brasil

    Fonte: http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRSPE50R0N820090128

    SÃO PAULO (Reuters) - A empresa de Taiwan Asus, que tornou popular no mundo todo os modelos de notebooks com tela de até 10 polegadas, começou neste mês a distribuir no Brasil os primeiros modelos fabricados localmente. O país é o primeiro fora da Ásia a ter produção local da marca Asus.

    Segundo Marcel Campos, gerente de marketing da Asus no Brasil, "há muito tempo a empresa decidiu que a fabricação era um ponto crucial para entrar no país de forma significativa".

    Para atender essa estratégia, a Asus começou a buscar um parceiro de quem pudesse contratar produção sob encomenda e recentemente fechou negócio com a Visum, de Curitiba (PR).

    A empresa nacional passou a produzir não só os netbooks --termo com o qual são conhecidos os portáteis de tela menor e reduzida gama de recursos--, mas também as placas-mãe de computador, que a Asus já fazia antes de ingressar na linha de portáteis.

    Neste primeiro momento, a Visum produz dois modelos de netbooks e dois de placa-mãe para a Asus, mas a companhia tem planos de ampliar a linha nacionalizada ao longo do ano, segundo John Chen, gerente geral da companhia no Brasil.

    Os equipamentos da marca já eram vendidos no Brasil, via importação, mas como a filial não estava oficialmente estabelecida, a empresa diz não ter números sobre a base instalada de portáteis ou de placas-mãe no país.

    Uma subsidiária foi formalmente criada em agosto passado, que hoje conta com algo como 20 profissionais. "Queremos ser uma empresa brasileira, com pessoal local e produtos feitos para as peculiaridades desse mercado", disse Campos.

    NEGOCIAÇÃO COM TELES

    A companhia asiática também informou que negocia com várias operadoras de celular brasileiras acordos para que alguns netbooks cheguem ao mercado com o chip de celular 3G embutido e, assim, possa se conectar à Internet dessa forma.

    De acordo com Chen, no entanto, a empresa ainda não pode divulgar os nomes das operadoras envolvidas.

    A companhia já credenciou algo como 10 distribuidores para seus produtos no Brasil e nesse momento está "em processo final de negociação" com redes varejistas da Internet e fora dela, segundo Campos.

    Ele espera que até fevereiro os produtos da Asus já possam ser encontrados nas prateleiras de grandes redes do varejo local.

    O gerente geral Chen descartou esperar qualquer impacto da crise econômica nos planos da empresa para o Brasil, mas disse ser prematuro estimar de quanto será a participação de mercado da companhia no mercado brasileiro de computadores.

    Neste mês, a consultoria IDC divulgou que as vendas de computadores na Ásia caíram no quarto trimestre de 2008 pela primeira vez em 10 anos . A Asus e a Acer, entretanto, ambas de Taiwan, tiveram alta nas vendas de, respectivamente, 26,5 e 7,8 por cento sobre o ano anterior.

    (Reportagem de Taís Fuoco)

    Viewing YouTube on Windows Mobile

    Fonte: http://www.htcwiki.com/page/Viewing+YouTube+on+Windows+Mobile

    There has been a lot of requests from forum members asking "How do I view YouTube content on my Tilt, Mogul, Touch, etc". There are several options to viewing YouTube on your device, and below there are three options. If anyone has any additional sites that have proven useful for viewing YouTube content, please feel free to add it here. If you do add any information, please follow the format shown below, provide a description of the service and cost if any, include step by step down/installation/configuration instructions and verify that any hyperlink you reference is functioning.

    HTC Streaming Media Player
    Recently, YouTube had updated their site so that additional mobile devices could view their mobile website, so long as you had the appropriate media player. More recent HTC devices like the TyTN II and the Touch came with an application called HTC Streaming Media Player, which allowed users to view sites like YouTube. Unfortunately, a lot of the carrier branded devices (such as AT&T Tilt as to HTC TyTN II) did not include this application. Fortunately for us, the great folks at www.xda-developers.com have extracted this application and created a .cab file out of it. You can find that file here.
    Installation:

    After you've downloaded the above file, you'll find that the file contained in this .zip file is a .cab file, to install this file, extract it out of the .zip file first, thencopy the .cab fileto your phone (any directorywould be fine, but preferbly in My Document folder, just remember where you put it). This file is intended to work on AT&T 8525 and the AT&T Tilt, other device users should use at your own risk. Still, it's worth a shot. Now go to your windows mobile phone, open "File Explorer"in your programs folder, navagate to the folder where the .cab file is resting, click on it, the program should install, and when it's finished, it'll ask you to restart(accept any warrning messages, if any). Once installed, when you go to http://m.youtube.com and click on any of the video, the HTC Streaming Media Player should automatically pop open, and start buffering and playing the videos.

    Troubleshoot:

    • If, while browsing m.youtube.com's contents, RealPlayer poped up, that means you didn't properly install the HTC Streaming Media Palyer or you haven't restart your phone after install. Double check on above instruction on how to install the player, and soft-reset your phone.
    • If, HTC Streaming Media Player poped up, but it's not buffering and shows "Connecting" forever, your network setting might be wrong. Click on Menu->Options-> and double check "Connect via:" option, see if it is correctly targeted to your interent connection(AT&T GPRS ISP, The Internet, T Mobile DATA etc, etc.). Switch different connections and try them one by one, till you get one that would allow the player to buffer the content


    YouTube Pocket
    YouTube Pocket is a free PocketPC portal of YouTube that was created by a gentlemen named Anthony Capobianco. He runs the site free of charge to all users and is basically just a port of the full YouTube to PocketPC/Windows Mobile Devices. To use this site, you just need to go to www.ytpocket.com and start browsing.

    Required applications for this method:
    Install any .cab file follow the installation method described in HTC Streaming Media Player installation instructions above.

    Two applications are needed for this site to work. The first is TCPMP Core Player. Choose download Touchscreen Pocket PC version orNon-Touchscreen smartphone version. You will also need to download a Flash Plugin for TCPMP Core Player. All of the instructions to set this up as well as the TCPMP Core Player are on the site. This application works pretty well and is been used for quite some time. Just remember that you have to visit www.ytpocket.com if you want to view the YouTube content.

    vTap
    vTap is a solution created by Veveo. It aggregates several different video sites into one application. So instead of just viewing YouTube, you can also view ESPN, ABC News, CNN etc. on your device. This also a free service and the client can be downloaded from their website. The client offers incremental search and does a good job of buffering to offer smooth playback. It is also possible to type search terms in 'number mode'.

    vTap also has a site http://m.vtap.com which provides MMS based streaming for Windows Mobile devices. The Windows Media player on your HTC phone is capable of playing this stream. This website does not require any additional software to be installed.

    January 30

    Entendendo a arquitetura dos smartphones

    Fonte: http://www.guiadohardware.net/tutoriais/arquitetura-smartphones/

    Por Carlos E. Morimoto

    Com a evolução dos smartphones, os aparelhos passaram a incorporar mais e mais funções. O grande problema é que mais funções significam mais chips e mais ciclos de processamento, o que significa um maior consumo elétrico. Como as baterias não evoluem na mesma velocidade que o apetite dos fabricantes (e dos compradores) por novos recursos, oferecer aparelhos compactos e com uma boa autonomia de baterias se tornou uma tarefa cada vez mais difícil. As restrições com relação ao tamanho e ao consumo fez com que o hardware dos smartphones evoluísse em um caminho bem diferente dos dos PCs, com o uso de processadores de baixo consumo e chips altamente integrados.

    Com a evolução dos smartphones, os aparelhos passaram a incorporar mais e mais funções. O grande problema é que mais funções significam mais chips e mais ciclos de processamento, o que significa um maior consumo elétrico. Como as baterias não evoluem na mesma velocidade que o apetite dos fabricantes (e dos compradores) por novos recursos, oferecer aparelhos compactos e com uma boa autonomia de baterias se tornou uma tarefa cada vez mais difícil.

    Basta ter em mente que um celular com uma bateria Li-Ion de 860 mAh dispõe de pouco mais de 3 watts/hora de energia (que correspondem ao que um notebook mediano consome em apenas 5 minutos) para realizar todas as suas funções até a próxima recarga. Entretanto, diferente do que temos nos notebooks, a autonomia dos smartphones precisa ser medida em dias e não em horas. Por aí, você pode ter uma idéia do tamanho da dor de cabeça para os projetistas.

    m778e310e

    Para calcular o total de energia armazenado pelo bateria, multiplique a tensão (em volts) pela amperagem (em mAh). Uma bateria de 850mAh e 3.7V, por exemplo, armazena um total de 3.219 milliwatts, ou seja, 3,219 watts/hora, energia que corresponde ao que um dispositivo com consumo de 3,219 watts consumiria em uma hora.

    Nos micros PC, são usados processadores x86, como o Core 2 Duo e o Phenom. Eles são chips otimizados para o desempenho, que incluem um volume brutal de transístores, com grandes caches L2, unidades dedicadas de decodificação e agendamento de instruções, circuitos de branch-prediction e várias unidades de execução por núcleo. Para ter uma idéia, um Core 2 Duo E8200 baseado no core Penryn (que é um chip relativamente pequeno para os padrões atuais) possui nada menos do que 410 milhões de transístores e tem um consumo típico de 65 watts.

    Um fabricante de smartphones que estivesse interessado em usá-lo, precisaria encontrar uma forma de colocar um cooler 80 mm com dissipador de cobre e uma bateria de 6 células dentro do aparelho. Mesmo que conseguissem, ele provavelmente não venderia muito bem... :)

    mc8713c7
    7f7452f7

    É por isso que ainda não existem smartphones baseados em processadores x86. Mesmo processadores de baixo consumo, como o Atom, possuem um consumo elétrico elevado demais para um smartphone, que faria a bateria durar apenas uma ou duas horas.

    As restrições com relação ao tamanho e ao consumo fez com que o hardware dos smartphones evoluísse em um caminho bem diferente dos dos PCs, com o uso de processadores de baixo consumo e chips altamente integrados.

    A mudança mais notável é o uso de processadores ARM em vez de chips x86. Os chips ARM são processadores RISC de 32 bits, que apresentam uma arquitetura extremamente otimizada, com poucos transístores e um consumo elétrico extremamente baixo.

    Embora não sejam tão conhecidos nem tão comentados quanto o Nehalem ou o Atom, os processadores ARM são produzidos em volumes brutalmente maiores e usados em todo tipo de dispositivos, de roteadores e modems ADSL a video-games, como o Nintendo DS. Praticamente qualquer eletrônico que você tenha em casa, que use um processador de 32 bits e não seja um PC, usa um ou mais processadores ARM, incluindo, naturalmente, seu smartphone.

    7955d5c4

    Outro segredo é a integração dos componentes e o uso de controladores dedicados para diversas funções, diferente do que temos em um PC, onde quase tudo é feito pelo processador principal. A vantagem de utilizar controladores dedicados é que eles executam suas funções diretamente via hardware, em vez de executarem um software destinado a executar a mesma função. Com isso, eles conseguem executar suas tarefas com menos transístores e menos ciclos de processamento, o que se traduz em um consumo elétrico mais baixo. Qualquer smartphone atual possui diversos destes controladores, que ficam desligados na maior parte do tempo e são acordados apenas quando possuem algum trabalho para fazer.

    Temos aqui um OMAP2420 (fabricado pela Texas Instruments), um exemplo de "processador" destinado ao uso em smartphones, que é usado em diversos modelos da Nokia, entre eles o N95 e o E90.

    Assim como outros chips similares, ele é na verdade um SoC (system on a chip), ou seja, é a combinação de um processador central e diversos outros componentes em um único chip, incluindo um processador ARM11, um chip DSP, transmissores para as faixas de freqüência suportadas e interfaces para diversos outros componentes. Caso esteja curioso, aqui está um diagrama de blocos do chip:

    m4aa250b2

    Ele possui também um acelerador de vídeo, que ajuda na decodificação de diversos formatos de vídeo, processamento das imagens e vídeos capturados usando a câmera (e outras funções relacionadas) e também um acelerador 3D dedicado, que é acionado quando são executados jogos ou outros aplicativos que utilizam gráficos 3D. Como o consumo elétrico precisa ser muito baixo (diferente de em um desktop, onde a placa 3D pode consumir 50 watts ou mais...) o desempenho é bastante limitado, apenas 2 megapixels (para efeito de comparação, uma Voodoo 1 (aquela lançada pela 3DFX em 1996) tinha um fill-rate de 50 megapixels).

    Apesar disso, nas mãos de desenvolvedores competentes, estes dois megapixels podem render muita coisa. Existe até mesmo uma versão do Quake para o S60 (http://koti.mbnet.fi/hinkka/), que é capaz de tirar proveito do acelerador gráfico:

    2936bb8e

    62a96297

    Outro exemplo é o Qualcomm MSM7200, que é usado em diversos aparelhos da HTC e da Toshiba, entre eles o HTC TyTN II e HTC Touch Dual. Ele é também baseado em um processador ARM11, mas inclui um conjunto diferente de componentes auxiliares. Entre eles estão um acelerador de vídeo, que se encarrega da decodificação de vídeos em diversos formatos (desafogando o processador principal e ajudando a reduzir o consumo), um acelerador 3D otimizado para jogos e aplicativos escritos em Java, um processador ARM9 auxiliar, para o processamento dos sinais da rede 3G e um chip Qualcomm gpsOne, um receptor GPS de 20 canais:

    m7fb5e7fc

    Este nível de integração é necessário para manter o consumo elétrico em níveis aceitáveis e também para reduzir o custo de fabricação (já que produzir um único chip, contendo vários componentes sai mais barato do que produzir vários chips separados) e reduzir o tamanho e o peso dos aparelhos.

    Novos recursos, como aceleradores gráficos e chips GPS começam suas carreiras como chips separados, que aumentam o custo dos aparelhos. Isso faz com que, inicialmente eles fiquem restritos apenas aos aparelhos mais caros. Entretanto, com o passar do tempo, fabricantes de chips como a Texas Instruments e a Qualcomm passam a oferecer soluções com eles integrados, o que reduz os custos e permite que eles passem a ser usados mesmo nos aparelhos mais simples, como está atualmente acontecendo com os chips GPS.

    Naturalmente, mais componentes trabalhando simultaneamente também significa um consumo elétrico mais alto. Um dos grandes problemas dos aparelhos da geração atual é a baixa autonomia de bateria ao utilizar uma rede 3G.

    Na maioria dos aparelhos, a bateria não dura mais do que duas horas em situações onde o aparelho fica transmitindo dados continuamente, como ao usar o smartphone como modem e fazer download de um arquivo iso, por exemplo. Em menor grau, isso se aplica também a aplicativos que transmitem um volume considerável de dados, como no caso de aplicativos VoIP, como o Fring, navegadores web e aplicativos como o Google Maps.

    Este problema da autonomia afeta todos os aparelhos 3G da safra atual. Independentemente do fabricante ou do modelo, praticamente nenhum consegue ultrapassar a marca das duas horas de transferência de dados contínua usando a rede 3G, incluindo o iPhone 3G. Não se trata de um defeito de projeto ou de falta de otimizações, mas simplesmente o fato de que em uma rede 3G existe mais trabalho a fazer e mais bits a transmitir.

    Novos projetos de controladores, otimizações de software e a migração para novas técnicas de fabricação irão reduzir o consumo incrementalmente ao longo dos próximos anos, mas o problema não será resolvido do dia para a noite. Pode ser que a bateria do seu smartphone agüente 3 ou 4 dias em modo stand-by, mas ele continuará durante apenas 2 ou 3 horas em situações em que o aparelho precise trabalhar a todo vapor.

    A família ARM

    Os processadores ARM usados nos aparelhos atuais são, em sua maioria, chips ARM7, ARM9 e ARM11. Os chips ARM11 são as atuais estrelas, usados em aparelhos como o Nokia N95, o HTC TyTN II e o iPhone, enquanto os ARM9 são comuns em aparelhos mais antigos, como os Nokia E61 e E62 e diversos modelos da Sony Ericsson, Siemens e outros fabricantes.

    Os chips ARM11 oferecem um desempenho por ciclo ligeiramente superior (1.2 DMIPS por MHz, contra 1.1 DMIPS por MHz dos ARM9) mas a grande diferença do ponto de vista do desempenho entre as duas famílias reside no número de estágios de pipeline usados no processamento das instruções. Os chips ARM9 utilizam um pipeline de 5 estágios, enquanto os ARM11 utilizam um pipeline de 8 estágios.

    Similar ao que temos nos processadores para micros PC, o uso de mais estágios de pipeline permite que cada estágio execute um volume menor de processamento por ciclo, o que permite que o processador opere a uma freqüência mais elevada. Uma analogia simples seria com a de uma linha de produção, onde cada estágio de pipeline corresponde a um operário. Se o trabalho é dividido entre um número maior de operários, cada um passa a executar um número menor de passos e a esteira pode correr mais rápido, resultando em uma produção maior.

    Isso explica por que os processadores baseados em chips ARM9 ficam restritos à casa dos 200 a 250 MHz (ficando com isso restritos aos aparelhos mais antigos, ou mais baratos), enquanto os chips mais recentes, baseados em processadores ARM11 atingem freqüências de 400 a 600 MHz.

    Os chips ARM7, por sua vez, são processadores muito mais simples, que foram originalmente usados em dispositivos da década de 1990, como o Psion 5 e o Apple Newton, mas que recentemente ressurgiram como chips auxiliares, usados como parte do transmissor 3G. Por serem muito simples, eles desempenham essa tarefa de forma bastante eficiente, consumindo menos energia que outros chips precisariam para executar a mesma tarefa.

    A partir de 2009 teremos a migração para os chips baseados ARM Cortex A8, que utiliza uma arquitetura mais complexa, mas em compensação oferece um desempenho por clock consideravelmente superior (de até 2 DMIPS por MHz) e é capaz de operar a até 1.0 GHz. Ele é usado, por exemplo, no OMAP3430.

    O "DMIPS" é uma medida de desempenho baseada no Dhrystone, um benchmark bastante usado para medir o desempenho do processador em operações de inteiros. Originalmente, a medida padrão era o "MIPS" (milhões de instruções por segundo), o problema é que o volume brute de instruções não é um indicador direto do desempenho entre processadores de diferentes arquiteturas, já que processadores com conjuntos de instruções mais complexos podem executar muito mais trabalho com o mesmo volume de instruções do que processadores com conjuntos mais simples.
    Surgiu então a idéia de usar o Dhrystone como benchmark padrão, comparando o número de loops por segundo que cada processador é capaz de executar em relação a um computador VAX 11/780 (um computador da década de 1970, com poder de processamento estimado em 1 MIPS). O VAX 11/780 era capaz de executar o loop do Dhrystone 1,757 vezes por segundo, o que deu origem ao "DMIPS", que embora não seja um indicador preciso, é uma medida de desempenho mais próximo da realidade do que o MIPS.

    Uma questão interessante sobre os chips ARM é que eles não são produzidos por uma única empresa, como no caso dos processadores da Intel, mas sim licenciados e produzidos por diversos fabricantes. A ARM Ltd. (www.arm.com), que é a responsável pelo desenvolvimento dos chips e detentora dos direitos sobre a arquitetura, não produz chips, se limitando a desenvolver os projetos e licenciá-los a preços módicos para outros fabricantes, que podem optar por diversos tipos de licença, incluindo opções que permitem modificar os chips e incluir componentes adicionais. Este é o caso de fabricantes como a QualComm, Texas Instruments e a Samsung, que desenvolvem soluções próprias, incluindo controladores auxiliares e modificações diversas.

    Chips multicore

    Assim como nos PCs, o clock dos processadores móveis é atualmente limitado não pelo que os chips podem realmente oferecer, mas sim pelo consumo elétrico máximo sob o qual eles devem trabalhar. Do ponto de vista da arquitetura, não seria difícil produzir processadores ARM capazes de operar a 2 ou mesmo 3 GHz, o problema é que operando a essa freqüência o consumo ficaria acima da casa dos 10 watts e eles precisariam de dissipadores de cobre e coolers para funcionarem.

    Devido a isso, a freqüência máxima dos processadores móveis tem ficado na faixa dos 450 a 600 MHz e isso não deve mudar muito a curto prazo. A cada nova geração os fabricantes arriscam um processador com clock um pouco mais alto, mas os avanços são lentos e cautelosos.

    A solução encontrada para produzir processadores mais rápidos, sem com isso aumentar exageradamente o consumo foi a mesma adoada nos processadores para desktop, ou seja, passar a desenvolver processadores com vários núcleos, em vez de aumentar a freqüência.

    Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, um processador com um único núcleo, operando a 1 GHz, consome muito mais do que um processador com dois núcleos operando a 500 MHz, pois o clock maior aumenta o gate leakege (a energia perdida na forma de calor cada vez que um transístor muda de estado) e torna necessário aumentar a tensão (voltagem) do processador. Com um sistema de gerenciamento de energia bem desenvolvido, os núcleos adicionais consomem energia apenas quando estão sendo realmente usados, já que o sistema pode desligá-los quando não estão em uso.

    Uma dúvida comum é que as especificações de diversos aparelhos atuais falam em dois processadores. Mesmo o Nokia E61, que foi lançado no final de 2005 aparece na página da Nokia como sendo "dual CPU". A questão é que nesses casos o segundo processador funciona na verdade como um coprocessador, destinado a auxiliar o processador principal em tarefas específicas. Os E61, E61i e E62, por exemplo, são baseados no chip TI OMAP1710, que inclui um processador ARM9 e um chip DSP TMS320C55x, especializado em operações de codificação e decodificação de áudio (ou seja, decodificar arquivos de áudio e vídeo, fazer a compressão do áudio em aplicativos de VoIP, etc) e operações de ponto flutuante:

    3e8d15bc

    O E61 e o E61i possuem dois destes processadores, daí o "dual-CPU". A grande observação é que o segundo processador não é usado como uma segunda CPU, mas sim como um coprocessador, encarregado fazer o processamento relacionado à transmissão de voz e de dados utilizando a rede 3G.

    O uso do processador auxiliar não é uma exclusividade do E61, mas sim uma característica comum em praticamente todos os smartphones com suporte a 3G. Devido à velocidade e ao complexo sistema de modulação, a transmissão de dados usando uma rede 3G exige uma boa dose de processamento, se não fosse o processador auxiliar, esta tarefa recairia sobre o processador principal, o que deixaria os aparelhos muito lentos enquanto estivessem transmitindo dados.

    O E62, que é o modelo "quase-gêmeo" do E61, é baseado no mesmo processador, o mesmo TI OMAP1710. Entretanto, ele utiliza apenas um processador em vez de dois, o que faz com que toda a modulação precise ser feita pelo processador principal. Este é o principal motivo de ele ser mais lento em algumas operações e, principalmente, de não oferecer suporte a 3G.

    Apesar disso, smartphones com processadores multi-core podem se tornar uma realidade nos próximos anos. O chip mais promissor é o ARM Cortex A9 MPCore (sucessor do Cortex A8), que é composto por 4 núcleos, cada um com um coprocessador aritmético independente e uma pequena quantidade de memória cache:

    m4f808663

    Colocar um processador com 4 núcleos em um smartphone, cujo consumo elétrico é severamente limitado pela bateria pode parecer uma idéia bastante estúpida à primeira vista, mas na prática não é tão ruim assim.

    A principal questão é que, assim como outros processadores ARM, o A9 inclui um sistema de gerenciamento de energia bastante eficiente, de forma que o processador pode ativar e desativar os núcleos de acordo com a demanda. A freqüência de operação de cada um pode também ser ajustada conforme o volume de carga, de forma que, na prática, o consumo elétrico do processador pode ser ajustado de forma bastante eficiente de acordo com o uso. Em um projeto bem desenvolvido, o processador ficaria com apenas um dos núcleos ativado na maior parte do tempo, e os outros seriam ativados apenas quando vários aplicativos fossem usados simultaneamente, ou em tarefas específicas, como em jogos capazes de tirar proveito dos vários núcleos.

    A principal vantagem de um aparelho com vários núcleos é a possibilidade de realizar mais do que uma tarefa sem que ele engasgue. Você poderia chavear para o navegador para verificar alguma coisa rápida sem que o som do vídeo que estava assistindo (e que continua sendo processado em segundo plano) comece a engasgar enquanto o navegador monta as páginas, por exemplo.

    Teoricamente, em algumas tarefas poderiam ser executadas usando menos energia em um processador com vários núcleos, já que um processador com 4 núcleos operando a 150 MHz pode utilizar uma tensão mais baixa e assim consumir menos energia que um processador com apenas um núcleo operando a 600 MHz, por exemplo. Naturalmente, o inverso também pode ocorrer, já que bugs e softwares em loop podem fazer com que os 4 cores passem a operar na freqüência máxima, acabando rapidamente com a carga da bateria.

    A previsão é que os primeiros smartphones com processadores multi-core cheguem ao mercado a partir de 2010. Vamos torcer para que até lá os fabricantes consigam aparar as arestas e oferecer aparelhos onde os cores adicionais tragam melhoras positivas e não apenas autonomias de bateria ainda menores.

    O império contra-ataca

    Você deve ter notado que nos tópicos anteriores a Intel não foi citada uma única vez. O motivo é simples: a participação dos processadores Intel nos lançamentos recentes de smartphones é, pura e simplesmente, zero.

    No passado, a Intel produzia a família XScale, baseada na plataforma ARM, com a qual desfrutou de um relativo sucesso, equipando diversos modelos de palmtops (como os aparelhos da linha Dell Axim e o Treo 650). Entretanto, em 2006 a Intel optou por vender a divisão para a Marvell, como parte de um projeto de reestruturação.

    Do ponto de vista da Intel, fazia pouco sentido continuar investindo em chips ARM. O motivo não tem a ver com a viabilidade da plataforma, mas sim com o fato de chips ARM serem fabricados por diversos fabricantes, fazendo com que a competição seja acirrada e as margens de lucro seja muito baixas. Em vez de ser mais um fabricante de chips ARM, a Intel decidiu apostar nos chips x86, investindo em uma família de chips de baixo consumo que possam, eventualmente, serem usados em smartphones, concorrendo com os chips ARM.

    Como você deve ter imaginado, o concorrente da Intel é o Atom, que utiliza uma arquitetura simplificada, que lembra um pouco a do antigo Pentium 1. Diferente de outros processadores atuais, o Atom possui apenas duas unidades de execução e processa as instruções em ordem, o que permitiu remover muitos dos componentes usados em outros processadores atuais, entre eles o circuito de branch prediction (responsável por reorganizar as instruções) e o scheduler, que armazena as instruções que serão processadas nos ciclos seguintes, de acordo com o determinado pelo circuito de branch prediction.

    Com todas as reduções e otimizações, a Intel chegou ao Silverthorne, um chip com apenas 47 milhões de transístores, que (graças à técnica de fabricação de 0.045 micron) ocupa uma área de apenas 25 milímetros quadrados. Para ter uma idéia, o Core 2 Duo com core Penryn possui 410 milhões de transísotres e ocupa uma área de 107 mm². Nesse slide da Intel, temos uma comparação entre o tamanho físico do Silverthorne e do Penryn:

    1a006b0a

    Naturalmente, essa arquitetura simples resulta em um desempenho por ciclo de clock inferior ao de outros processadores x86 atuais. Um bom exemplo disso é que mesmo operando a 1.6 GHz, o Silverthorne tem dificuldades em superar o antigo Celeron-M ULV de 900 MHz, que é usado no Asus Eee 701.

    A idéia da Intel não é necessariamente produzir um processador de alto desempenho, mas sim produzir um processador de baixo consumo, que apresente um desempenho suficiente para tarefas básicas, como navegar e rodar aplicativos leves. A versão mais econômica do Silverthorne opera a apenas 500 MHz, mas oferece um TDP (consumo típico) de apenas 0.6 watts, o que é menos até mesmo que muitos chips ARM, embora a 500 MHz o desempenho também não seja nada espetacular. As versões mais rápidas operam a até 1.8 GHz, mas nesse caso com TDP de 2.5 watts.

    A versão inicial do Atom, batizada de Menlow, é ainda destinada a netbooks e UMPCs, passando muito longe dos smartphones. Entretanto, a Intel está trabalhando em versão atualizada, batizada de Moorestown, com mais componentes integrados e um consumo elétrico mais baixo, que deve estar disponível a partir de 2010:

    m14a47be

    A Intel demonstrou um protótipo de um comunicador pessoal baseado no Moorestown no último IDF. Apesar de estranho, o formato alongado permite incluir uma tela de 1024 pixels de largura (com, provavelmente, 256 pixels de altura), que permite acessar páginas web sem redimensionamento do conteúdo. Ainda não é um smartphone, mas está chegando perto:

    m7bb74691

    Se comparado com chips baseados no Cortex A8, como o OMAP3430, uma versão de baixo consumo do Moorestown perderia tanto em custo quanto com relação ao consumo elétrico. Se operando à mesma frequência, ele poderia ganhar com relação à potência de processamento, mas por uma pequena margem. É provável que o Moorestown chegue a ser usado em alguns modelos de PDA ou até mesmo em alguns smartphones (o Android, por exemplo, pode ser portado para rodar sobre a plataforma sem muito esforço), mas eles provavelmente ainda serão aparelhos grandes e pesados, nos moldes do Nokia E90 e do HTC TyTN II.

    Entretanto, a Intel já anunciou que está trabalhando em uma terceira geração da plataforma, fabricada em uma técnica de 0.032 micron poderá oferecer um consumo elétrico mais baixo, com a qual ela pretende levar a plataforma até os aparelhos mais compactos.

    A idéia pare ser ganhar na base da força bruta, investindo pesadamente no desenvolvimento de versões mais e mais otimizadas e fabricadas usando técnicas cada vez mais avançadas, de forma a reduzir o consumo elétrico dos chips e integrar mais e mais componentes a cada versão, até que eles finalmente passem a substituir os chips ARM em larga escala.

    A grande aposta da Intel é que, por serem processadores x86, o Moorestown e os sucessores terão uma vantagem competitiva, já que permitirão rodar o Firefox e outros softwares completos sem necessidade de modificações nos binários. Naturalmente, eles tem também a desvantagem de não serem compatíveis com os softwares compilados para a plataforma ARM, de forma que isso é na verdade uma faca de dois gumes.

    Mesmo que fossem lançados aparelhos com potência suficiente para rodarem distribuições Linux completas, ou mesmo alguma versão otimizada do Windows Vista, isso não seria necessariamente uma boa idéia, já que sistemas operacionais para desktop consomem muito processamento, o que em um smartphone significaria uma grande redução na autonomia. Sistemas faseados em Linux para smartphones, com o LiMo ou o próprio Android são baseados em versões fortemente modificadas e otimizadas do kernel, rodando uma interface leve e aplicativos otimizados, muito diferente da selva de componentes e serviços de uma distribuição Linux para desktops, como o Ubuntu.

    Com relação à questão da eficiência, embora seja quase impossível produzir um chip x86 tão eficiente quanto um chip ARM, devido à necessidade de incluir no chip todos os componentes necessários para decodificar as instruções e assim manter compatibilidade com o conjunto de instruções, a Intel parece convencida que pode anular a diferença com o uso de técnicas mais avançadas de fabricação.

    A Intel já domina a técnica de 0.045 micron e já realiza testes com a geração seguinte, de 0.032 micron, enquanto fabricantes de chips ARM como a Texas Instruments ainda estão fazendo a migração dos 0.13 ou 0.09 para os 0.065 micron. Considerando que um processador fabricado usando a técnica de 0.045 micron tem um consumo elétrico até 50% inferior que outro similar fabricado usando a técnica de 0.065 mícron, pode realmente ser que a Intel ria por último, embora ainda tenha um longo caminho pela frente.

    Clique aqui para fazer seu comentário sobre o artigo

    Mobile Firefox tipped for Feb. release

    Fonte: http://www.windowsfordevices.com/news/NS4771615528.html

    The Mozilla Foundation has signaled a February release for the long-awaited Windows Mobile version of its Firefox web browser. Still code-named "Fennec," the browser will appear first in a "Milestone" version customized for HTC's Touch Pro smartphone, according to notes posted yesterday on a Mozilla wiki. (Click here for a larger view of Fennec)


    Fennec will run via x86 and ARM processors on both Windows Mobile and Linux-based mobile devices. It aims to bring a "true web experience" to mobile phones and other non-PC devices, and includes a "bridge" aimed at helping users migrate cookies, bookmarks, history, form-fill data, and other information from their desktop browsers to their mobiles, according to Mozilla.


    Like its popular desktop sibling, Firefox, Fennec is being developed as an open-source project, meaning, among other things, that its evolution has taken place publicly. The browser's developers unwittingly tantalized Windows Mobile users throughout 2008, sharing planned features and proposed user interface designs (see later in this story for further background). Test builds were released in October for Nokia's N810 MID (mobile internet device), which runs Linux, and in December for Windows (pictured below and at the top of our story), Macintosh, and Linux desktop computers.


    Mozilla's Fennec will run first on HTC's Touch Pro
    (Click to enlarge)

    Now, it's Windows Mobile's turn at last, according to the Mozilla Foundation's Fennec wiki. "A Milestone release [is planned] for the first week of February, targeting the HTC Touch Pro," says a note posted there yesterday.


    HTC's Touch Pro
    (Click image for further information)

    HTC's Touch Pro (right) is an appropriate flagship, since, like Fennec, it sports a "finger-friendly interface," but also has a slide-out QWERTY keyboard. The Pro has a 2.8-inch VGA-resolution touchscreen, TV output, 3.2 megapixel camera, optional GPS, an FM radio, and 4GB of storage.
    Ironically, HTC's Touch Pro also includes a ready-made rival for Fennec, a custom version of Opera Software's Opera Mobile 9.5 web browser. Both browsers are claimed to offer touch-based zooming and panning around web pages.


    The Touch Pro-specific version of Fennec will apparently be offered in a compilied .CAB installer format, and is likely to rely on HTC's proprietary TouchFlo 3D extensions to Windows Mobile. As yet, there's no word on when versions of Fennec, aka Firefox Mobile, will be available for other Windows Mobile devices.


    Background
    Unlike other Windows Mobile web browsers -- which include the yet-to-be-released Internet Explorer Mobile 6, the Iris Browser, Netfront, Opera Mobile 9.5, and Skyfire -- Fennec shares a core "Gecko" rendering engine with Firefox. Even more important, Fennec will be compatible with the desktop browser's extensions architecture, Mozilla claims.


    Now said to have more than 200 million users, Firefox has become a popular ecosystem for extensions, which can add features such as tabbed sidebars, content filtering, or automatic synchronization of bookmarks across multiple devices. December's "Alpha 2" release of Fennec, pictured below, featured an "extensions manager" similar to Firefox, allowing developers the opportunity to adapt their extensions for mobile devices.


    Sliding a finger or stylus to the right in Fennec allows accessing the browser's controls (left) and extensions manager (right)
    (Click either to enlarge)

    Mozilla tinkered openly with Fennec throughout 2008, seeking feedback from developers and others. In January, for example, it first released prototype user interfaces. In April, it released more mockups and touted substantial improvements in speed for its test builds. And in June, it posted an online demo, source code, and a video preview.


    In October, Mozilla released its own geolocation extension, which, when installed into Fennec, will allow web developers to serve up content tailored to users' locations. At that time, developer Mark Finkle also unwittingly tantalized users by blogging "we should be getting some Fennec builds for Windows Mobile soon."


    Further information
    For more information on Fennec, see our earlier coverage, here.


    To see the Mozilla wiki entry citing February availability of a Windows Mobile version running on the HTC Touch Pro, see here.


    To read developer Mark Finkle's interesting blog, see here.

    HTC phone has enhanced GPS capabilities

    Fonte: http://www.windowsfordevices.com/news/NS2765828866.html

    HTC has announced a Windows Mobile 6.1 smartphone that includes GPS, comes with novel geotagging software, and can transform into "an advanced in-car navigation system." The Touch Cruise features a 528MHz processor, a 2.8-inch touchscreen display, a 3.2 megapixel camera, WiFi, and Bluetooth, the company says. (Click here for a larger view of HTC's 2009 Touch Cruise)

    HTC's earlier Touch Cruise

    If the name of HTC's new phone sounds familiar, that's because the moniker has been recycled from an earlier device! The first Touch Cruise (right) was released in November 2007, becoming the third in the manufacturer's popular series of Touch phones.


    Like its predecessor, the newly announced Touch Cruise has a 2.8-inch touchscreen display with 320 x 240 resolution, plus a GPS receiver. However, the '09 version is smaller, has a faster processor, and also comes with more memory, according to HTC.


    Most notably, the company says, the device's GPS capabilities have been enhanced. When placed into a car cradle -- bundled with the phone -- the Touch Cruise switches to a "one-touch" interface mode claimed to offer "seamless" turn-by-turn directions.


    Unlike other recent phones that also target automotive use, such as the Pharos Traveler 137, the Touch Cruise provides navigation capabilities without requiring owners to subscribe to a service, HTC claims. Once removed from its cradle, the phone returns to its regular home screen, effectively eliminating the need for two separate devices, the company adds.


    HTC's Touch Cruise, with its "Footprints" application

    The Touch Cruise is additionally said to be bundled with an application called "HTC Footprints" (above). This picture-taking software automatically tags photos with relevant GPS coordinates, allows users to append an audio clip to each image, and permits addition of written notes, according to HTC.


    HTC says the Footprints software saves users from the rigors of naming their images, automatically giving "digital postcards" names derived from their general location or area -- "Eiffel Tower," for example, as pictured at the top of our story. Without providing a technical explanation, the company claims that "unlike other devices," the Touch Cruise provides reliable geotagging even indoors.


    According to HTC, the Touch Cruise features a Qualcomm MSM7225 chipset, clocked at 528MHz. The device has 256MB of RAM, 512MB of flash storage, and a microSD expansion slot, the company adds.
    With a 2.8-inch touchscreen display, the Touch Cruise sports a fixed-focus 3.2 megapixel camera, and a four way navigation wheel. Said to be capable of 7.2Mbps data downloads via HSDPA (high speed downlink packet access), the phone includes 802.11b/g WiFi and Bluetooth, according to HTC.
    Features and specifications listed by HTC for its 2009-model Touch Cruise include:

    • Processor -- Qualcomm MSM7225 clocked at 528MHz
    • Memory -- 256MB of RAM and 512MB of flash storage
    • Display -- 2.6-inch touchscreen display with 320 x 240 resolution
    • Camera -- 3.2 megapixel, fixed focus
    • Wireless:
      • WAN -- Quad-band (850/900/1900/2100MHz) HSDPA
      • WLAN -- 802.11b/g
      • PAN -- Bluetooth 2.0
      • GPS
    • Other I/O -- HTC ExtUSB (jack combines audio and miniUSB signals)
    • Expansion -- microSD slot
    • Battery -- 1100mAh lithium-ion battery, with GSM talk time of up to 400 minutes, and standby up to two weeks
    • Dimensions -- 4 x 2.1 x 0.57 inches (102 x 53.5 x 14.5mm)
    • Weight -- 3.63 (103g)
    According to HTC, its new Touch Cruise will be available "across all major markets in spring 2009." Pricing was not released, however.

    Três parques de SP devem ganhar rede Wi-Fi até junho

    Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/28012009/25/tecnologia-tres-parques-sp-devem-ganhar.html

    São Paulo ainda não é uma cidade "sem fio" quando o assunto é conexão à internet, mas está caminhando para oferecer aos paulistanos alguma autonomia. A cidade acaba de ganhar dois locais públicos (um centro cultural e uma universidade) com sistema Wi-Fi gratuito e se prepara para receber mais alguns neste semestre (pelo menos em três parques, entre eles, o Ibirapuera).

    No domingo, o serviço foi inaugurado no câmpus da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste. Antes, o uso era restrito a alunos, professores e funcionários, mediante uma senha, e limitado às áreas internas. Agora, mais de mil acessos simultâneos podem ser feitos por equipamentos Wi-Fi nas áreas ao ar livre. O programa dura um ano. "Fiz o cadastro e comecei a usar. A conexão é muito boa", diz Pamela Peters, de 16 anos, que trabalha em uma agência de viagens no grêmio da Coordenadoria de Assistência Social (Coseas-USP).

    Bem mais modesta, com até 140 acessos simultâneos, a rede pública Wi-Fi foi instalada no Centro Cultural São Paulo (CCSP), no Paraíso, zona sul, na semana passada. Sites de conteúdo impróprio, como pornografia e pedofilia, são bloqueados. O programa de mensagens instantâneas MSN Messenger e o site Orkut também são proibidos. Este não é, contudo, o primeiro equipamento público a oferecer conexão Wi-Fi. Em 2007, ele foi instalado no Centro Cultural da Juventude, na Vila Nova Cachoeirinha, zona norte, mas há um mês foi interrompido para manutenção e não há previsão para o retorno.

    A Prefeitura estuda ampliar o número de locais com conexão gratuita. Até junho, pretende instalar o serviço Wi-Fi em três parques: Ibirapuera, na zona sul, Chico Mendes e Raul Seixas, na zona leste. "Esse programa é feito de forma cuidadosa, com a identificação do usuário por cadastro, para que a rede não seja uma porta aberta para crimes virtuais", diz João Octaviano Machado Neto, diretor presidente da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodam).

    Em Belo Horizonte, o projeto BH Digital permite o acesso em dez lugares, como a rodoviária. O programa, orçado em R$ 4,5 milhões e com recursos do Ministério das Comunicações, ainda não foi oficialmente inaugurado. Mesmo assim, recebeu 4.700 cadastros em 2008. Já o programa Porto Alegre Digital permite o acesso em cinco parques e praças. O investimento foi baixo, pois a cidade dispõe de rede de fibra ótica. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

    As 8 tecnologias móveis de 2009 e 2010

    Fonte: http://info.abril.com.br/professional/mobilidade/as-8-tecnologias-moveis-de-200.shtml

    Empresas devem aproveitar widgets, sistemas de localização, internet 3G e decidir qual interface de browser de celular usará em seus negócios.

    O Gartner Inc. divulgou hoje uma lista de oito tecnologias móveis que as empresas devem colocar em seus radares em 2010. Segundo a empresa de pesquisas de tecnologia, essas tecnologias terão efeito a curto e médio prazo nas estratégias de negócios das companhias, e em suas políticas de acesso à informação.


    Conheça a seguir quais são as oito tecnologias:


    Bluetooth 3.0 – A nova geração do padrão de transmissão de dados será liberada neste ano e os primeiros aparelhos com 3.0 devem surgir em 2010. Uma novidade será o suporte a aparelhos que operam em modo de potência ultra baixa, como sensores, e novas aplicações, como sistemas de monitoração médica. O Bluetooth 3.0 será suporte para três tipos de sinais de transmissão de dados: o próprio Bluetooth, Wi-Fi e ultra-wide band (UWB).

     
    Interfaces móveis de usuário – A disputa entre os fabricantes de celulares tem como consequência a oferta de diferentes interfaces e sistemas operacionais móveis. Isso complica a estratégia de negócios das empresas na medida em que elas precisam escolher entre definir uma marca como o padrão de seus sistemas B2B e B2C, ou criar várias interfaces para atender todos os aparelhos. O desafio das empresas será construir aplicações com interfaces intuitivas e de acordo com a preferência dos usuários.

    Detecção de localização – Com a maturidade dos sistemas de localização móvel e a disseminação das redes Wi-Fi, as empresas podem desenvolver mais aplicações contextuais, de detecção de presença e de redes sociais móveis. As empresas serão capazes de localizar clientes e consumidores potenciais em áreas determinadas, e se comunicar diretamente com eles, o que vai gerar novas questões de privacidade e problemas de segurança.


    Wi-Fi 802.11n – É a nova geração do Wi-Fi, com velocidades de 100 Mbps a 300 Mbps, e deve ser o padrão que vai vigorar por vários anos nas redes sem fio de curto alcance. A transmissão móvel de mídia digital dará um salto de patamar, mas por outro lado causará dificuldades e despesas extras para as empresas. O padrão n é mais difícil de configurar, exige a compra de novos pontos de acesso e placas de rede, e até mesmo a ampliação da infraestrutura de rede.

     
    Tecnologias de tela – Novos formatos de telas terão impacto em 2009 e 2010, como os picoprojetores, displays passivos e displays com pixels ativos. Os picoprojetores podem ser usados para pequenas apresentações visuais, por exemplo, em uma reunião de vendas. Displays passivos são a base de novos aparelhos, como os leitores de e-books, que permitirão criar novas formas de distribuição e consumo de documentos.

    Internet móvel e widgets – As empresas vão descobrir os widgets e os thin clients como meios mais baratos e práticos para distribuir informação a consumidores e funcionários, e os incluirão em suas estratégias de negócios. A dificuldade atual está no fato de não haver padrões universais para browsers em dispositivos móveis. Ainda assim, o custo total de propriedade (TCO) é menor.


    Banda larga em celular – A explosão que os serviços 3G experimentaram em 2008 teve ainda a queda de preços e as promoções das operadoras. A tecnologia HSPA poderá substituir a tecnologia Wi-Fi em hot spots onde houver grande oferta de serviços e de cobertura. As empresas considerarão a compra de notebooks com chips embutidos para captar o sinal da internet 3G.


    Comunicação em área próxima (NFC) – Fazer pagamentos encostando o cartão de crédito ou o celular em um terminal de coleta eletrônica de dados, mandar uma imagem de um celular para um portaretratos digital ou receber um cupom eletrônico de desconto no smartphone são aplicações de NFC que começam a despontar. Para o Gartner, essas aplicações serão mais disseminadas no começo em mercados emergentes, do que em países desenvolvidos.

    January 21

    Windows Mobile 6.5: vazam as primeiras fotos

    Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012009/21012009-22.shl

    Tela do Windows Mobile 6.5 divulga por site francês / Reprodução

    Tela do Windows Mobile 6.5 divulga por site francês

    SÃO PAULO – Imagens da interface do Windows Mobile 6.5, a próxima versão do sistema para celulares da Microsoft, pipocam em blogs especializados.

    O Mobile World Congress, que ocorre em Barcelona no mês que vem, deverá ser realmente muito animado para a Microsoft.

    A empresa deverá anunciar uma loja de aplicativos para o Windows Mobile, um serviço de sincronização online e -- de acordo com informações extra-oficiais— uma surpreendente versão do Windows Mobile.

    As fotos que estampam posts de diversos blogs especializados teria surgido de um fabricante asiático, que já estaria testando aparelhos com o novo sistema.

    É possível ver uma reforma grande na interface do Windows para celulares, com ícones dispostos em uma área que lembra o desenho de uma colméia, e facilitaria o acesso dos items em interfaces sensíveis ao toque.

    Ainda de acordo com os asiáticos, o Windows Mobile 6.5 deverá estrear no segundo semestre deste ano. A ideia é fazer frente aos concorrentes com um sistema mais moderno e melhor adaptado aos aparelhos com tela multitoque.

    Pois enquanto a versão 7 do Windows Mobile ainda parece longe, depois de atrasos e adiamentos do seu lançamento, a Microsoft perde espaço para o iPhone, o Android, do Google, e o WebOS, da Palm.

    January 16

    Microsoft: Expect Fewer Phones With Windows

    Fonte: http://bits.blogs.nytimes.com/2009/01/08/microsoft-expect-fewer-phones-with-windows/

    Microsoft says it is responding to the fierce competition in the phone market by retooling and beefing up its mobile operating system–and by putting it on fewer devices.

    Todd Peters, the vice president of marketing for the Windows Mobile division, discussed those concepts in general terms in an interview here at the Consumer Electronics Show. He declined to be more specific, explaining Microsoft plans a major announcement at the Mobile World Congress, a trade show scheduled for next month in Barcelona.

    But he was clear that one way in which Microsoft plans to become more competitive is by limiting the number of devices built with the Windows Mobile operating system. At present, there are around 140 such devices, from a range of cell phone makers, from Samsung to Palm and many in between.

    The reason that Microsoft is limiting the number of phones with the operating system is because, he said, the company does not want to have its efforts diluted over too many devices.

    “I’d rather have fewer devices and be more focused,” he said. That way “we get better integration” between phone and operating system.

    The decision by Microsoft comes as phone users are getting more discerning about the ease of use of their phones, and the breadth of capabilities. Microsoft has a particular challenge in that unlike some competitors, it does not control both the hardware and the software. By contrast, Apple designs both the hardware and software for the iPhone, while Palm today announced a new device, the Pre, and also makes the operating system, WebOS.

    Mr. Peters said further details about the efforts to focus Windows will be emerge in the coming months. He said that at the Mobile World Congress–where Steve Ballmer, Microsoft’s chief executive, will present the keynote address–the company will talk about how it can provide more value through new touch-screen capability and new service offerings. That way, he said, companies that build phones around the Windows Mobile operating system will have an incentive to continue to pay for the software license.

    “We’re going to pump more value into the license,” he said.

    January 14

    Secret Run Menu in Windows Mobile

    Fonte: http://j2i.net/blogs/home/archive/2008/12/17/secret-run-menu-in-windows-mobile.aspx 

    Like the desktop versions of Windows there is a Run menu in Windows Mobile. But it is hidden.  To access it hold down the action button and access the context-menu (press-and-hold) button on the clock. 

    Selecting "Run" will display the run menu.

    In case you are wondering why any one would want to have access to this here is the reason.  Several programs on Windows Mobile devices can accept command line arguments.  But since there is no command line in Windows Mobile there's not a clear way to pass such arguments to a program.  A typical user would never need this, but a developer would.